Não Perca Dinheiro com o Seu Negócio. Ele Serve Para Enriquecer!

 

O valor de uma eficiente análise de viabilidade

 

Este artigo é patrocinado pela CC3 uma butique especializada em garantia de performance e gerenciamento de riscos.

 

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Sempre que converso com empresários iniciantes e de pequeno porte, escuto sobre seus planos e perspectivas de negócios.

 

Fala-se sobre economia, mercados, práticas de gestão, mas a principal pauta são os novos e futuros projetos.

 

A verdade é que não há veia empreendedora, que não fique entusiasmada com o futuro, aliado a própria confiança no alcance do êxito.

 

Sem dúvida trata-se de uma auto percepção importante, e necessária. Considerando a importância dessa cultura para o avanço econômico e a conquista de espaço nas fatias do progresso econômico.

 

E esta relevância se fortalece nas próprias estatísticas.

 

Segundo levantamentos do Sebrae, mais de 80% dos empregos formais são gerados por micro e pequenas empresas.

 

Não há combate ao desemprego, sem as micro e pequenas empresas. Elas são responsáveis por mais de 80% dos empregos formais.

 

 

 

Um cenário impactante, que confirma a necessidade de se formar , com o devido cuidado, cada vez mais e melhores empreendedores.

 

Dentre os cuidados:

 

1.Evitando o empreendedorismo de palco, onde a performance vale mais do que a realidade;

 

2.Sem cursos de empreendedorismo, nos quais a maioria dos seus instrutores que nunca abriram um CNPJ;

 

3.Sem ideologias de gestão, ou academicismos desnecessários

 

Na esteira desta formação, uma boa dose de cautela calculada, pode servir como forte aliado para evitar a mortalidade precoce de negócios ainda em fase de amadurecimento.

 

É nesse contexto, que hoje destacaremos o imenso valor agregado que um bom diagnóstico de viabilidade econômico-financeiro pode representar.

 

Antecipando tropeços, ajudando a corrigir rotas pré-concebidas, e salvando corajosos empreendedores de roubadas perfeitamente evitáveis.

 

Assim, destacaremos abaixo alguns passos e componentes necessários para este processo, que em algum momento exigirá um certo conhecimento de engenharia financeira.

 

Mas nada que um bom tutor, alguns livros, e em última hipótese, um bom curso vacinado de “lero leros” não possam oferecer.

 

O esforço vale a pena. Vamos lá:

 

1º Ato. Estabeleça um levantamento detalhado sobre os principais eixos geradores de receita e em seguida faça o mesmo segregando o custeio nas suas categorias;

 

2º Ato. Tente projetar as informações do item anterior no horizonte de cinco anos. Utilize uma boa e velha planilha eletrônica;

 

3º Ato. Separe os investimentos necessários para a viabilização do projeto, pois estes terão um lugar apropriado no modelo. O mesmo cuidado terá que ser adotado, caso exista a decisão de se financiar o projeto;

 

4º Ato. Com estas informações construa um fluxo de caixa projetado para os cinco anos, alocando corretamente cada conjunto de informações.

 

5º Ato. Crie meios de se atribuir choques ao processo, estressando as variáveis e com isso possibilitando uma análise de sensibilidades.

 

Desta forma, o desempenho do negócio poderá ser avaliado em diferentes cenários;

 

6º Ato. Adote um enfoque conservador. Deixe o entusiasmo de lado e tente pensar como se estivesse estudando um projeto alheio, para o qual foi convidado a aportar o seu caro e suado dinheiro;

 

7º Ato. Identifique os principais resultados na planilha, incluindo a implacável “TIR” (Taxa Interna de Retorno);

 

8º Ato. Com o modelo construído mantenha-o atualizado, de forma que a mesma análise possa ser efetivada ao longo do tempo, mas já contando com parte as sérias históricas do “realizado”.

 

9º Ato. Seja frio e saiba cortar na carne para ajustar os custos do projeto, ou mesmo para abortá-lo;

 

10º Ato. Adote a ótica de um investidor.

 

Contudo não se esqueça. As planilhas aceitam qualquer coisa. Para se proteger disto, conserve o seu senso crítico:

 

Você mantém o seu senso crítico ativo quando:

 

# empreendendo com senso crítico 1.

 

Você é confiante na própria capacidade, mas sabe que não é nada difícil errar e tropeçar;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 2.

 

É ciente de que opera em um ambiente hostil aos negócios e ao livre mercado (sim estamos nos referindo ao Brasil);

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 3.

 

Não se esquece nunca de que o cenário jurídico é de imensa insegurança, e eventualmente pode trazer impactos avassaladores;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 4.

 

Possui pleno conhecimento das complicações fiscais;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 5.

 

Está nítido na sua cabeça que o cenário político-econômico é volátil, e eventualmente, desestabilizador;

 

 

 

Por último, não se esqueça de que empreender pode ser fascinante e libertador, mas é também muito perigoso.

 

 

 

Boa sorte e até o próximo

 

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