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Palestrante: Marc Mushkin - VP de Expansão Internacional.

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Uma Cultura Infalível para Destruir Resultados

 

Caríssimos leitores, depois de já ter defendido a ganância e a ambição como valor econômico e vetor para a justiça social, desta vez, trago um pouco de ironia corporativa.

Por favor, leiam, mas não façam em casa ok?

A ideia de redigir este texto veio de um diálogo simples.

Ele foi travado na sala de reunião de uma gestora de recursos de capital de risco, diante da qual representava os interesses de um cliente interessado em atrair investimentos para o seu plano de expansão.

O sócio principal da gestora se levanta na hora da despedida e diz aos meus clientes – “gosto muito quando vocês vem aqui, não são arrogantes, mantém os pés no chão, e preservam a elegância mesmo nos momentos mais estressantes”.

Era de fato uma negociação complexa, desgastante e repleta de idas e vindas.

Em meio ao teatro do cotidiano, perceber a virtude, já é a própria virtude.

Ainda no trânsito voltando ao escritório, por incrível que pareça, o que tomava conta da minha cabeça não eram os evidentes desafios que ainda enfrentaríamos naquela transação.

Mas na percepção do que motivou o elogio do meu interlocutor aos meus clientes.

Determinados padrões só trazem destruição

Pensando nisso, me sensibilizei no quanto alguns padrões comportamentais são relevantes para a determinação do fracasso e do êxito de alguns projetos empresariais, e no quanto de confiança e desconfiança inspiram nos seus interlocutores mais astutos.

O ponto é que a arrogância turva o senso crítico, e com isso não há voo empreendedor que não seja assim, meio cego. Bom, o resultado é conhecido.

Muita empáfia, poucos resultados.

 

Não permita nunca o império da burrice

Sendo assim, descrevo abaixo algumas dicas que representam tudo aquilo que você não deve fazer, caso não deseje formar uma equipe oca, sem conteúdo, e onde a burrice impere sobre a inteligência e a capacidade.

Vamos lá:

1. Eleja uma geração, como a “mais competente de todas”.

Construa a falsa imagem de que a sua equipe pertence a uma determinada geração, e que isso por si só já representa um diferencial competitivo. Tipo “somos da geração Y”;

2. Nada de críticas ou autocríticas.

Não aceite (e não permita que sua equipe aceite) críticas direcionadas ao negócio de vocês ou a forma como ele é conduzido;

3. Não valorize a “Experiência”. Deixe isso claro em um quadro na recepção do escritório.

Ridicularize toda e qualquer experiência compartilhada, comentário ou análise que venha de qualquer profissional que não pertença a geração “eleita”.

Afinal de contas, eles são velhos e na economia 3.0 (poderia ser 4.0, 5.0 ou 6.0, você sabe, os clichês aceitam qualquer bobagem) a experiência é um fator irrelevante;

4. Estimule a cultura do fundamentalismo empreendedor.

Ataque o senso de que estão construindo um negócio que traz utilidade, bons serviços ou produtos junto com bons lucros e resultados.

No lugar disso, estimule a percepção de que irão mudar o mundo e de que nada nem ninguém os deterá.

Mas faça isso com um sorriso debochado e confiante.

5. Nada de formalismos de segurança ou protocolos de conduta.

Não cumpra (e não permita que ninguém cumpra), propositadamente qualquer protocolo negocial.

Não seja pontual, não faça necessariamente aquilo com o que se comprometeu e mude de ideia ou posição sem justificativa ou qualquer cuidado.

Em resumo aja com imprevisibilidade;

6. Seja uma pessoa difícil

Seja agressivo e grosseiro no trato com parceiros, investidores interessados, clientes ou com qualquer outro interlocutor que se aproxime.

Estabeleça punição para os colaboradores mais cordiais;

7. Nada de meritocracia. Adote o mimimi de vez.

Por fim, brinque na linha do precipício

A lista poderia ser bem maior, mas a última dica seria a de eliminar qualquer resquício de bom senso.

E no lugar dele, implantar a ideologia de uma confiança tão inabalável que mesmo na ponta do precipício, ninguém consiga percebê-lo.

Um abraço e até o próximo

 

Não Perca Dinheiro com o Seu Negócio. Ele Serve Para Enriquecer!

 

O valor de uma eficiente análise de viabilidade

 

Este artigo é patrocinado pela CC3 uma butique especializada em garantia de performance e gerenciamento de riscos.

 

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Sempre que converso com empresários iniciantes e de pequeno porte, escuto sobre seus planos e perspectivas de negócios.

 

Fala-se sobre economia, mercados, práticas de gestão, mas a principal pauta são os novos e futuros projetos.

 

A verdade é que não há veia empreendedora, que não fique entusiasmada com o futuro, aliado a própria confiança no alcance do êxito.

 

Sem dúvida trata-se de uma auto percepção importante, e necessária. Considerando a importância dessa cultura para o avanço econômico e a conquista de espaço nas fatias do progresso econômico.

 

E esta relevância se fortalece nas próprias estatísticas.

 

Segundo levantamentos do Sebrae, mais de 80% dos empregos formais são gerados por micro e pequenas empresas.

 

Não há combate ao desemprego, sem as micro e pequenas empresas. Elas são responsáveis por mais de 80% dos empregos formais.

 

 

 

Um cenário impactante, que confirma a necessidade de se formar , com o devido cuidado, cada vez mais e melhores empreendedores.

 

Dentre os cuidados:

 

1.Evitando o empreendedorismo de palco, onde a performance vale mais do que a realidade;

 

2.Sem cursos de empreendedorismo, nos quais a maioria dos seus instrutores que nunca abriram um CNPJ;

 

3.Sem ideologias de gestão, ou academicismos desnecessários

 

Na esteira desta formação, uma boa dose de cautela calculada, pode servir como forte aliado para evitar a mortalidade precoce de negócios ainda em fase de amadurecimento.

 

É nesse contexto, que hoje destacaremos o imenso valor agregado que um bom diagnóstico de viabilidade econômico-financeiro pode representar.

 

Antecipando tropeços, ajudando a corrigir rotas pré-concebidas, e salvando corajosos empreendedores de roubadas perfeitamente evitáveis.

 

Assim, destacaremos abaixo alguns passos e componentes necessários para este processo, que em algum momento exigirá um certo conhecimento de engenharia financeira.

 

Mas nada que um bom tutor, alguns livros, e em última hipótese, um bom curso vacinado de “lero leros” não possam oferecer.

 

O esforço vale a pena. Vamos lá:

 

1º Ato. Estabeleça um levantamento detalhado sobre os principais eixos geradores de receita e em seguida faça o mesmo segregando o custeio nas suas categorias;

 

2º Ato. Tente projetar as informações do item anterior no horizonte de cinco anos. Utilize uma boa e velha planilha eletrônica;

 

3º Ato. Separe os investimentos necessários para a viabilização do projeto, pois estes terão um lugar apropriado no modelo. O mesmo cuidado terá que ser adotado, caso exista a decisão de se financiar o projeto;

 

4º Ato. Com estas informações construa um fluxo de caixa projetado para os cinco anos, alocando corretamente cada conjunto de informações.

 

5º Ato. Crie meios de se atribuir choques ao processo, estressando as variáveis e com isso possibilitando uma análise de sensibilidades.

 

Desta forma, o desempenho do negócio poderá ser avaliado em diferentes cenários;

 

6º Ato. Adote um enfoque conservador. Deixe o entusiasmo de lado e tente pensar como se estivesse estudando um projeto alheio, para o qual foi convidado a aportar o seu caro e suado dinheiro;

 

7º Ato. Identifique os principais resultados na planilha, incluindo a implacável “TIR” (Taxa Interna de Retorno);

 

8º Ato. Com o modelo construído mantenha-o atualizado, de forma que a mesma análise possa ser efetivada ao longo do tempo, mas já contando com parte as sérias históricas do “realizado”.

 

9º Ato. Seja frio e saiba cortar na carne para ajustar os custos do projeto, ou mesmo para abortá-lo;

 

10º Ato. Adote a ótica de um investidor.

 

Contudo não se esqueça. As planilhas aceitam qualquer coisa. Para se proteger disto, conserve o seu senso crítico:

 

Você mantém o seu senso crítico ativo quando:

 

# empreendendo com senso crítico 1.

 

Você é confiante na própria capacidade, mas sabe que não é nada difícil errar e tropeçar;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 2.

 

É ciente de que opera em um ambiente hostil aos negócios e ao livre mercado (sim estamos nos referindo ao Brasil);

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 3.

 

Não se esquece nunca de que o cenário jurídico é de imensa insegurança, e eventualmente pode trazer impactos avassaladores;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 4.

 

Possui pleno conhecimento das complicações fiscais;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 5.

 

Está nítido na sua cabeça que o cenário político-econômico é volátil, e eventualmente, desestabilizador;

 

 

 

Por último, não se esqueça de que empreender pode ser fascinante e libertador, mas é também muito perigoso.

 

 

 

Boa sorte e até o próximo

 

Conheça como a Shoestock retomou sua operação e surpreendeu o mercado

 

Marca forte e estratégia Omnichannel definem o retorno da Shoestock ao mercado brasileiro.

Mais recente case de estratégia Omnichannel, a Shoestock - pioneira na integração de canais, tecnologia e experiência de consumo no varejo nacional, terá a estratégia de seu novo modelo apresentado na 8ª Edição do Fórum de Franquias!

Palestrante: Graciela Kumruiam - COO Netshoes

Os Sócios Não Podem Ser Fonte de Problemas

Caros leitores, este texto é dedicado àqueles que se preocupam em construir relações societária saudáveis.

Estes, antes de tudo, sabem como poucos, que não cuidar disso é a certeza do fracasso.

 

Sim, sociedade é um casamento que pode sair muito caro. Mas também pode ser fonte de satisfação. Depende de você.

 

Em resumo, estar em uma sociedade implica na maioria das vezes em ter de navegar nas armadilhas e nos obstáculos naturais que o gênio humano carrega.

O fato é que, em geral, mesmo que a incidência desta realidade seja extremamente corriqueira, poucas vezes nos preparamos pragmaticamente para lidar com ela.

 

Equívocos recorrentes

Eventualmente, transformamos o cenário de convívio profissional em uma arena de conflitos, que muitas resulta em rompimentos desnecessários e contraproducentes.

Hoje vamos disponibilizar um roteiro que objetiva:

 

1) Amortecer o stress em relacionamentos complicados de trabalho, e

 

2) Destacar alguns paradigmas e equívocos recorrentes que podem desestimular boas parcerias de trabalho.

 

 

 

Amortecendo o stress:

1. Não se esqueça, pessoas extremamente competentes e inteligentes, geralmente não são de fácil convívio;

2. Procure manter o máximo de registros sobre as decisões e posicionamentos comuns diante das várias questões do dia-a-dia, com especial atenção para os temas estratégicos ou de grande impacto operacional;

 

Não dramatize desnecessariamente

 

3. Aprenda a tratar discussões acaloradas como algo normal, sem impactos para o lado pessoal. Passada a discussão atue com o máximo de naturalidade;

4. Não exija comportamentos e posturas perfeitas, sacadas dos manuais do bobajal corporativo. Fuja de decepções desnecessárias.

 

Filtro e sensibilidade para uma boa percepção

 

5. Saiba segregar aquilo que é inaceitável para você, daquilo que entende como normal, ou mesmo recomendável e ideal. Agindo assim, conseguirá abrir mão de “pontos” que estejam em conflito de forma muito mais natural.

 

Seres humanos são vaidosos na maioria dos casos. Aceite isso.

 

6. Reconheça os êxitos e o sucesso da outra parte;

7. Divida o êxito em comum;

8. Saiba reconhecer os próprios erros, e esteja disposto a se desculpar sempre que necessário;

9. Nunca, em hipótese alguma perca a calma, e nem eleve o tom de voz;

Tenha sempre a consciência de que certamente não será o único no seu quadro societário a empenhar esforços. Ou seja, compreenda que para o “outro lado” o difícil talvez seja você mesmo.

 

Algumas posturas e comportamentos, podem desestimular a mais sinérgica das sociedades:

Sabemos que uma boa sociedade não necessita apenas de uma boa gestão de stress nas relações, mas essencialmente de bom estímulo. E é obvio que isso passa por uma boa calibragem de posturas, comportamentos e interpretação dos fatos.

Neste campo há sempre muito o que se fazer, e no fundo, todos os “sócios” sabem bem como proceder para garantir uma parceria profissional estimulante. Mas antes disso é importante compreendermos algumas armadilhas, que podem acabar com o seu casamento profissional.

Vamos lá:

1. Deixar a vaidade dar o tom do relacionamento societário.

Por mais natural que seja, não condicioná-la a um patamar razoável pode ser muito destrutivo;

 

2. Não atuar com transparência e clareza do que diz respeito às suas atividades e/ou informações apuradas/ controladas diretamente ligadas ao seu escopo de atividades.

Uma sociedade se constrói pelo compartilhamento constante;

 

3. Uma atitude excessivamente controladora e asfixiante.

É a típica postura, que geralmente movida por insegurança, resulta no estrangulamento das melhores relações profissionais;

 

4. Alimentar a concepção de que a sua maneira de ser e de agir são as mais corretas e de que nada que seja alheio ou diferente disso possa funcionar.

Você pode perfeitamente ter total confiança no seu próprio modelo de conduta, mas assumir que este seja o único viável pode ser um erro fatal;

 

5. Não trabalhar com escopos definidos de responsabilidade e apostar na crença de que o caos constrói.

O problema aqui é que o caos, geralmente, só produz o próprio caos;

 

6. Não praticar o diálogo constante para tratar as diferenças.

Pode até tomar um certo tempo, e pode também consumir muito da sua escassa paciência, mas tenha a certeza de que problemas escondidos para baixo do tapete, acabam por consumir muito, mas muito mais do que isso;

 

7. Discussões pesadas e desautorização pública diante dos outros colaboradores.

Poucas atitudes poderiam ser mais destrutivas. Tratem as diferenças em conversas reservadas, e dotados de frieza e muita paciência;

 

Por último, destaco que uma composição societária saudável e produtiva realmente demanda dedicação, paciência, estratégia e maturidade, mas o esforço vale a pena.

Caso não esteja convencido, experimente viver uma sociedade problemática. Ai sim verá o que é tempo consumido, dinheiro jogado fora, e energia dispendida para solucionar complicações.

Boa sorte

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

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