Investir em Franquias é mais Rentável

Nos últimos 11 anos temos assessorado investidores a escolher o negócio correto para investir. Neste período muita coisa mudou. Estas mudanças podem ser acompanhadas pela alteração na Taxa Selic, a taxa básica de juros do Banco Central. Não é necessário ser um grande financista para saber que os títulos de renda fixa acompanham, em maior ou menor grau, a variação da Taxa Selic. Assim, estas aplicações, consideradas relativamente seguras, estão apresentando rentabilidades cada dia menores.

Quem aplica no mercado financeiro está constantemente em busca de investimentos com maior rentabilidade. Estas pessoas pensam em rentabilidade de seu ativo, ou seja, qual o valor líquido auferido ao longo de um determinado tempo de investimento. Esta medida – a rentabilidade – é a que permite comparar investimentos de naturezas tão distintas quanto um imóvel, um título do tesouro ou uma franquia.

E dificilmente encontramos investimentos mais rentáveis que franquias. Mas para chegar a esta conclusão, é importante considerar alguns fatores:

• As projeções financeiras de uma franquia devem considerar um tempo razoável de investimento – no mínimo 5 anos. Devem também ser baseadas em históricos reais e verificáveis.

• Além do fluxo de caixa, deve-se considerar o valor terminal do projeto, ou seja, o valor do patrimônio criado (que pode ser vendido).

• As condições de liquidez do ativo – se você quiser ou precisar vender sua franquia, com que facilidade consegue fazê-lo?

• Há muita confusão quando falamos de índices financeiros. É comum confundir rentabilidade (lucro dividido pelo investimento) com lucratividade (lucro dividido pelo faturamento). Dá-se mais importância ao payback, o famoso “retorno do investimento” que à rentabilidade.

DICA: O payback só pode ser usado para comparar dois ativos de mesma natureza e muito semelhantes. No meio financeiro diz-se que “payback é conta de quem não sabe fazer conta”. Assim, nossa recomendação é que o investidor não se apegue a este índice que poderá levar a conclusões muito erradas.

Os melhores índices a utilizar para avaliar um negócio são:

Taxa Interna de Retorno (TIR), que possibilita a comparação com suas aplicações financeiras e,

Valor Presente Líquido do projeto (VPL), que leva em consideração o valor relativo do investimento quando comparado com uma taxa de desconto que inclui o prêmio de risco.

Uma franquia no Brasil pode render entre 25% e 40% ao ano, havendo casos com rentabilidades superiores. Para quem obtém hoje rentabilidade líquida na casa de 8% a 10%, parece que vale a pena ao menos olhar esta alternativa. 

Renato lapa Claro é Presidente da Kick off Participações, sócio Fundador da Kick off Consultores e Presidente da AIeseC Alumni Brasil. Foi máster-franqueado da Fastsigns International para o Brasil por 10 anos, além de passagens por Unilever, Grupo Pão de Açúcar, tulip International (Dinamarca), Grupo microlins, Grupo Plamarc e Grupo Publitas. Foi Diretor da ABF – Associação Brasileira de Franchising por duas gestões.

Kumon 60 anos o case de sucesso que ilumina os caminhos da educação no Brasil e no mundo

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A Revista Franquia & Global Opportunities comemora com ‘a maior rede no segmento de educação do Brasil, os 60 anos do Kumon, com uma entrevista exclusiva junto com seu diretor de marketing e expansão, Julio Segala, que está na franqueadora há mais de 20 anos.

O engenheiro que se formou em matemática e física, lecionou durante alguns anos, se encantou com a prática da educação e com a missão da marca. “Desenvolver habilidade acadêmica e o autodidatismo dos alunos para que eles consigam ser ‘pessoas pensantes’. Se o professor Toru Kumon estivesse, nesse momento, vivenciando a realidade da educação em nosso País, ele diria ‘leve nosso método para cada vez mais crianças. Ensine o caminho’. Esse é o nosso legado”, afirma o executivo, que começa a entrevista afirmando que “o DNA que a marca carrega, desde sua criação, reflete, hoje, a missão que nasceu oriunda ‘do amor de um pai pelo filho’, e da cresça no potencial que já existe inerente em cada criança”.

O diretor afirma que “o método Kumon de estudo se perpetuou por mais de meio século e, até hoje, ensina seus orientadores a tratar cada criança como um indivíduo. Colocando-a no centro de tudo. Em primeiro lugar. O professor Toru dizia que ‘a culpa não é da criança’, ou seja, ela sendo o centro do aprendizado vai nos ‘ensinar’ suas dificuldades e o ‘seu caminho’ até o aprendizado. Cada um com ‘seu’ tempo e de ‘sua’ melhor forma. Aprender com as crianças é uma das principais ferramentas do método. Entender qual a melhor forma de cada um se desenvolver e aplicar isso, inclusive, adequando e aprimorando o material didático que vem se aperfeiçoando nesses 60 anos e garantindo a melhor assimilação do conteúdo em um menor tempo”. Essência e ferramentas que são únicas em todos os 50 países onde a rede está presente. Onde é aplicado o mesmo método que oferece aos alunos uma experiência única do aprender com excelência até que o aluno atinja o autodidatismo. O Kumon usa matérias como português, matemática, entre outras, para desenvolver seus alunos.

A inquietude do professor visionário que criou o método questionava o porquê da criança ter que se moldar ao conteúdo de uma grade escolar tradicional, independente de suas aptidões, idade, facilidades ou dificuldades.  Segundo sua filosofia, isso retira a criança do ‘centro’ do aprendizado. E, acreditando nesse caminho, ele criou um método de ensino, inicialmente para ajudar seu filho. Assim nasceu a rede Kumon (veja box), que ganhou o mundo e chegou ao Brasil nos anos 70, com a primeira unidade na cidade de Londrina (PR). Hoje, são mais de 1540 unidades franqueadas no País, e mais de 25 mil unidades no mundo, todas geridas pela própria franqueadora no Japão.

Como o acompanhamento, junto aos orientadores e franqueados, é quase diário, opera com suas filiais instaladas nos países onde tem unidades. No Brasil, existem 17 escritórios regionais com mais de 70 consultores de campo que garantem o suporte personalizado para cada franqueado. A expansão da rede, no Brasil e na América Latina fica centralizada na matriz brasileira, em São Paulo, capital. Desde sua criação, a rede empodera e capacita, principalmente, microempreendedoras, pois, 95% da rede é composta por mulheres. 

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Diferenciais competitivos da marca

Segundo o executivo, o modelo de negócio Kumon é bom porque é uma operação de negócio muito simples de montar e gerir. O franqueado Kumon, é o próprio orientador da unidade e precisa ter o perfil operacional, “nosso parceiro tem que ‘por a mão na massa’ e gostar de desenvolver pessoas. Operar a unidade é o foco e a fonte da realização pessoal dele, e acompanhar esse resultado é extremamente gratificante para cada um deles. Essa meta vai muito além do retorno financeiro, mas que, normalmente, é compatível”, informa.

O payback do modelo de negócio Kumon é rápido e a rentabilidade muito atrativa, mesmo que o foco dos operadores da rede seja ‘desenvolver a criança’, e ‘levar o método para cada vez mais alunos’. Consequentemente, o retorno financeiro acompanha. O investimento, hoje, é a partir de R$35 mil, podendo chegar até R$65 mil, depedendo da necessidade, ou não, de reformas no imóvel onde será montada a unidade. O retorno mensal líquido para o franqueado fica entre R$6 mil e R$7 mil para unidades Kumon que atendem 120 alunos, que é a média aproximada da maioria da rede, no Brasil. As mensalidades cobradas variam em torno de R$250. Existem unidades que ultrapassam essa média, como é o caso da de Boa Vista (Roraima) que já atingiu a marca de mais de 1.000 alunos (veja box na página 15). 

Leia matéria completa em nossa Revista Online: https://issuu.com/revistafranquia/docs/revista_88

 

Carlos Wizard investirá R$ 150 milhões em cinco anos na expansão da marca Topper

 
Após anunciar a aquisição de 22,5% da Topper na Argentina, a BR Sports - empresa especializada em marcas esportivas de Carlos Wizard Martins – colocará em prática um plano de expansão internacional da marca, que é reconhecida como especialista em futebol. O objetivo é investir pelo menos R$ 150 milhões nos próximos cinco anos, para levar a Topper para novos mercados nas Américas, Europa e Ásia.
 
“A compra dos ativos na Argentina nos permitirá competir em novos mercados. O objetivo é iniciar a expansão da marca imediatamente em outros países da América do Sul, como Chile, Uruguai, Colômbia e Peru, contando com bons parceiros locais”, afirma Charles Martins, Presidente do Conselho de Administração da BR Sports.
 
“Em um segundo momento, a expansão para os países europeus, Estados Unidos e China também está nos planos, inclusive por meio de patrocínio a clubes, estratégia que a Topper vem implementando com sucesso no Brasil”, ressalta. Atualmente, a Topper é parceira de 12 clubes do futebol nacional, sendo cinco da série A e cinco da série B do Campeonato Brasileiro, além de fornecer as bolas das séries B, C e D do torneio.
 
A aquisição também possibilitará o intercâmbio de conhecimento e produtos entre as operações brasileira e argentina da Topper. “Traremos para o Brasil alguns dos sucessos da marca na Argentina, onde a Topper é líder de mercado e comercializa mais de 5 milhões de pares de calçados por ano”, afirma Martins.
 
Novo modelo de atuação no Brasil
 
Com o objetivo de ampliar, ainda mais, o alcance de Topper e Rainha, a BR Sports passará a atuar no Brasil no modelo de licenciamento das duas marcas para fornecedores referendados e capacitados para atender todo o mercado nacional.
 
De acordo com Charles Martins, a empresa já vinha se preparando para atuar neste modelo, que é bem parecido com o modelo de franquias, DNA da família Martins.
 
“O modelo de licenciamento permitirá que a BR Sports mantenha o foco no desenvolvimento de produtos inovadores e no fortalecimento das marcas, transferindo as atividades de produção e comercialização para as fábricas licenciadas. Dessa forma, haverá uma otimização de conceitos como logística e o atendimento ao consumidor que passará a ser realizado pelos licenciados”, explica.
 
Sobre a BR Sports
 
A BR Sports é especializada na gestão de marcas esportivas e busca tornar-se a maior representante do segmento no Brasil. Criada em 2015 a partir da aquisição das marcas Topper Brasil e Rainha, a empresa pertence a Sforza Holding, gestora de investimentos do empresário Carlos Wizard Martins. Hoje, a BR Sports também representa as marcas Saucony e Hickies no Brasil.

Negócios Focados em Serviços para a Terceira Idade Estão em Alta

Sua Revista Franquia continua com a série de microempreendedores que ‘viraram a mesa’ e mudaram de vida. O mercado das microfranquias, que englobam investimentos em torno de R$60 mil, tem consolidado novos negócios de sucesso e garantido resultados positivos em diversos segmentos.

 

 

Júlio Cesar Borges Ramos optou por abrir uma franquia por ser ‘novato’ no empreendedorismo e ter vindo do ‘mundo corporativo’. Depois de ter sido demitido, encontrou na microfranquia a solução para uma nova fase profissional. “Comecei a repensar minha carreira profissional e entendi que era preciso passar a ser o protagonista da minha história. Sendo assim, somei à minha experiência de gestor executivo o expertise daqueles que pudessem me ajudar a ter sucesso com minha empresa. Hoje, ele é o franqueado Home Angels da unidade Campinas – Gramado, no interior de SP. A rede Home Angels - Cuidadores de Pessoas é uma das quarto marcas do Grupo Zaiom, pioneiros e precursores em modelos de negócio de baixo investimento e alta rentabilidade. Introduziram no Brasil o conceito das microfranquias e são detentores, também, das redes Dr. Faz Tudo, Dr. Jardim e Tutores. O Grupo possui mais de 300 unidades ativas em todo o país.

Júlio conta ainda, que, a taxa de falência de negócios próprios foi outro ponto que o fez optar por uma franquia. Segundo o Sebrae, a taxa de mortalidade das pequenas empresas com até dois anos de operação é de 23%. Enquanto isso, no franchising, o mesmo indicador é de 3%.

Isso foi confirmado, pelo apoio e suporte diário prestado pela franqueadora, conforme conta o franqueado. “A equipe de suporte está sempre presente via email, whatsapp, Skype, telefone, quase que diariamente, cumprindo atividades de monitoramento ou, respondendo à nossas demandas. Certamente, se não fizesse parte da rede, teria enfrentando muito mais dificuldades. Não apenas pelo reconhecimento que a marca Home Angels tem no mercado, mas também pelo suporte e orientação inicial, para o caminho certo do negócio de cuidador de pessoas”, garante.

Antes e Depois

Júlio era gerente comercial de uma multinacional no setor de eletrodomésticos. Com a demissão, buscou modelos de negócios fora dos segmentos mais procurados, como alimentação, por exemplo. Também não queria entrar em negócios de demanda/oportunidade, como ‘paleterias’ ou barbearias. “Eu queria um mercado com demanda sólida e que pudesse estar um pouco mais ‘protegido’ dos altos e baixos característicos da economia brasileira. Outro ponto importante era o baixo investimento inicial, procurava uma microfranquia. Dentro deste cenário, a Home Angels me chamou a atenção como proposta de negócio, já que o universo a ser explorado ainda é bastante vasto. Existe muita informalidade e baixa qualificação dos profissionais no mercado, o que abre caminho para nossos serviços especializados, pois garantimos a solução para quem busca qualidade, padronização e profissionalismo”, comemora.

Segundo o franqueado, empreendedorismo é muito mais complexo do que a vida executiva. “Temos que atuar em todas as frentes da empresa. Não somente onde temos habilidade. É necessário desenvolver competências, de forma rápida, para enfrentar situações ‘corriqueiras’ do dia-a-dia. No ambiente corporativo, ainda que tenha o espírito empreendedor, há processos pré estabelecidos e profissionais altamente capacitados para lhe dar apoio. Empreender é muito mais trabalhoso, considerando a quantidade de horas trabalhadas e o grau de dificuldade para superar as adversidades. Em se tratando de uma rede de franquias, o apoio vem do suporte que o franqueador oferece. Mas, quando o assunto é realização pessoal e profissional, não há comparação. A experiência de fazer seu negócio crescer, da forma correta, justa e sustentável gera uma satisfação indescritível. Nenhum projeto que participei na minha carreira executiva pôde me entregar tamanha realização”. 

Desemprego enaltece busca por franquias baratas e lucrativas

 

turismo é um dos segmentos com maior força no Brasil. O resultado dos seus desdobramentos se reflete até mesmo no empreendedorismo, que pega carona no setor e deslancha ano após ano. O franchising, por exemplo, é um sistema que sempre apresenta bons números vinculado ao turismo.

 

Dados divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) evidenciam essa realidade. De acordo com a pesquisa, Hotelaria e Turismo, apresentou o 2º maior faturamento (14,6%) no segundo trimestre de 2018 em comparação a 2017.

 

A ABF aponta que contribuíram para este desempenho parcelamentos e promoções promovidas pelas redes de franquias para manter suas vendas. A elevação do dólar impactou as empresas, porém ela foi parcialmente compensada pela venda de pacotes e destinos nacionais.

 

Influências externas

 

Henrique Mol é diretor executivo da Encontre Sua Viagem, franquia especializada em serviços de turismo. Para ele, questões de promoção e parcelamento, de fato, foi uma opção que deu uma alavancada na venda dos serviços. “Estamos adotando essa medida desde o ano passado. Por conta da economia, essas estratégias foram essenciais para motivar o brasileiro a viajar”, explicou.

 

O empresário conta que as viagens não deixaram de acontecer, o que aconteceu é que houve uma adaptação. Hoje os destinos mais procurados são nacionais ou em países vizinhos - principalmente a Argentina e Chile - os dias de viagens diminuíram e a data está sendo planejada com bastante antecedência.

 

“Ou seja, vemos que as pessoas estão se programando para viajar e analisando prováveis lugares que geram menos custos, porém que ofereça uma experiência extremante prazerosa. Claro que com esse comportamento, nós tivemos que nos adaptar. E por conta disso, passamos a oferecer pacotes mais enxutos e que se adaptasse à necessidade do turista”, conta.

 

Diante de um cenário de incertezas, a franquia se manteve estabilizada, e conquistou um crescimento de 15% neste primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado.

 

Negócios não param

 

A geração de negócios também não para. Nesse quesito a Encontre Sua Viagem também apresentou progresso. O empresário acredita que a alta do desemprego vem contribuindo para essa questão. Ele explica que diariamente acompanha interessados que buscam por franquias baratas e lucrativas para alcançarem uma renda mensal ao fim do mês.

 

A alta do desemprego vem impulsionando a abertura de negócios. O mercado está difícil, poucos conseguem vaga de emprego. Com isso, o brasileiro visualiza nas franquias uma oportunidade de renda. E o turismo, por ser um segmento que está sempre em alta, acaba sendo uma das principais escolhas. Esse ‘sucesso’ dá mais segurança para o investidor”, explica.

 

Índices

 

De fato o desemprego ainda é uma realidade por aqui. No primeiro trimestre desse ano foi registrada uma média de 12,9%, de acordo com o IBGE (Índice Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice subiu em relação ao trimestre anterior (12,2%), porém, apresenta uma melhora na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (13,6%). Apesar de ser uma notícia boa, o porcentual de crescimento ainda é muito pequeno, o que justifica o crescimento de negócios por necessidade.

 

Negócio de baixo investimento

 

A marca Encontre Sua Viagem possui modalidades de negócios com foco apenas em microfranquias. Na modalidade home office, o investimento é de R$7 mil, inclusos capital de giro e taxa de franquia; o prazo de retorno é a partir de três meses e lucratividade de R$3 mil a R$7 mil. Já o modelo Loja Física, o investimento é de R$40 mil, somados a taxa de instalação, capital de giro e taxa de franquia, prazo de retorno a partir de 12 meses e lucratividade de R$15 mil.

 

Mesmo ambas sendo relativamente do mesmo parâmetro (micro), Henrique conta que a franquia home office vem sendo a aposta do público investidor. “Hoje 80% da nossa rede é composta por essa modalidade. Vimos nesses últimos tempos, um crescimento muito grande nesse sentido. Das 55 franquias vendidas em 2018, 45 são home”, falou.

 

baixo investimento somado aos custos reduzidos são os maiores propulsores da venda dessa modalidade. Segundo Henrique, diversos gastos podem ser drasticamente reduzidos, como: manutenção do ponto comercial, alimentação em restaurantes, transporte, etc. “Os custos essenciais são mesmo com internet e telefone. O que é bem pouco comparado a um local que exige mais estrutura. Para quem está precisando de dinheiro, é a garantia de comida à mesa e contas acertadas”, finaliza.

 

 

 

Sobre a Encontre Sua Viagem

Sob o comando do empresário Henrique Mol, a Encontre Sua Viagem nasceu no final de 2011, em Belo Horizonte (MG). A franquia especializada em turismo possui mais de mil parceiros, contemplando 150 mil opções de hotéis e cerca de 95% de todas as companhias aéreas do mundo. Tem atuação por todo o Brasil por meio de mais de 500 franqueados. Com dois modelos de negócio, Loja Física e Home Office, a franquia oferece desde passagens aéreas, a pacotes de viagens e locação de veículos. O negócio se encaixa no modelo de microfranquias e a partir R$7 mil já é possível se tornar um franqueado.

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