Contar com gente competente é mais do que estratégico

 

Este artigo é patrocinado pela Plataforma Brasil, uma butique especializada em projetos de investimentos e estruturações estratégicas.

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

Caro leitor, faz tempo que vivemos o cenário de escassez de talentos gerenciais e de gente competente para operar as empresas e seus negócios.

Reunir gestores dignos de nota e uma equipe brilhante tornou-se uma obsessão nas empresas que desejam se perpetuar, tornando estratégico o processo de seleção ou captação de novos quadros.

Liderança, muito além dos diplomas.

Neste cenário existem alguns fatores de ordem comportamental, que invariavelmente extrapolam a instrução formal - obtida em universidades, cursos técnicos e especializações – muito mais relacionados ao campo das atitudes e talentos, do que a métodos de ensino e conhecimento transferido de forma estruturada.

Trata-se de um agregado raro de encontrar, e que muitas vezes representa o “pulo do gato”, marcando o DNA sempre presente na maioria dos empreendimentos conhecidamente bem sucedidos.

E para facilitar a identificação, seguem abaixo algumas características comuns a estes profissionais absolutamente especiais. (E é claro, na sequência vamos escrutinar alguns perfis dos quais devemos fugir)

Perfis ajustados a uma boa performance.

Quando encontrar alguém assim, traga para dentro.

1. Eles são francos. Estas pessoas não estão lá muito preocupadas com o que você vai pensar de suas opiniões.

Estão prontas para defendê-las e irão confrontar com argumentos;

2. Carregam auto confiança. Cientes de sua capacidade, preocupam-se pouco em provar algo para alguém.

No lugar disso, não se importam em recuar quando são vencidos nos seus argumentos, pois encaram isso com normalidade. Afinal de contas, podem mesmo ter errado em uma avaliação.

Conhecedores do seu potencial, assumem desafios correndo os riscos do fracasso com a mesma naturalidade com que buscam o sucesso.

Em meio a esse perfil, brota a criatividade;

3. São sensatos e equilibrados. Apesar da agressividade em defender ideias e posições e da auto confiança presente, sabem lidar com oposições.

4. Possuem capacidade para o sacrifício. Estas pessoas não se importam em romper noites trabalhando, suportando cargas extenuantes de trabalho.

5. São objetivos e organizados. Atuando de forma absolutamente focada, não perdem tempo com enrolação.

Antes de agir, preparam minucioso planejamento.

6. Bons de relacionamento. Longe do blá blá blá reinante e dos clichês comportamentais corporativos, estas pessoas simplesmente sabem construir relações e atuar em conjunto.

Respeitam adversários, gerenciam equipes de forma harmônica, edificam laços de confiança e fogem dos arroubos da vaidade.

Essa atitude atrai não apenas bons resultados, mas evitam desnecessárias dores de cabeça, como por exemplo a alta rotatividade nas empresas.

7. São céticos seletivos. Não se trata aqui de um comportamento onde a descrença seja sempre preponderante, mas estes profissionais possuem inteligência suficiente para entender que nem tudo merece crédito.

Com senso crítico aguçado, questionam e realizam analises cuidadosas antes de firmar conceitos e assumir verdades absolutas;

8. Apegados aos detalhes. São conscientes de que o papel aceita qualquer coisa, e de que apenas pensar estrategicamente não basta para atingir resultados concretos;

Sabem muito bem que uma boa liderança não se descuida dos detalhes, e que é ali, às vezes em mínimas brechas, que a execução não ocorre e um projeto pode nunca deixar de ser apenas um sonho.

Por outro lado, existem alguns tipos muito comuns que precisam ser evitados.

Eles desagregam equipes, provocam o afastamento de talentos e inibem uma dinâmica inovadora e estimulante.

Não estão realmente preocupados com o desempenho, e mantém um conceito deturpado de boa performance. Com eles não há stress criativo, e enchem o ambiente de conflitos desnecessários.

Se você deseja empurra a sua empresa ou projeto ladeira abaixo, corra atrás dos seguintes perfis.

1. Confuso e enrolado. Conectado com as mais inovadoras formas de comunicação e interatividade, não consegue retornar ligações, e-mails e mensagens em tempo hábil ou razoável.

Consegue se enrolar nas atividades compromissadas, e traveste de criatividade aquilo que na realidade é pura confusão mental;

Eles são contagiosos

2. Desorganizado. Um comportamento primo-irmão do anterior, mas que fragiliza a execução de ações planejadas.

3. Inconstante. Aqui não se trata de confusão mental ou desorganização. A verdade é que aqui a ansiedade constante, a dificuldade de manter o foco e a falta de paciência fazem com que se desviem dos objetivos originais combinados.

Quando você menos espera ou quando mais necessita do seu apoio, ele já está em “outra” (onde provavelmente não ficará por muito tempo também).

4. Desonestos e não transparentes. Bem, aqui não há o que comentar. (Detesto platitudes nos meus textos)

5. Excessivamente otimistas, megalômanos e ingênuos. A sua desconexão com a realidade, fazem com que exagerem na projeção dos resultados e tempo de maturação.

É o tipo de  colaborador que impossibilita projetos de médio e longo prazo, além de representar um risco permanente aos custos e despesas envolvidas por conta da megalomania.

O excesso de otimismo mata qualquer operação

6. Enrolador convicto. Em geral atua com convicção e forte capacidade de persuasão para preservar sua condição “embromatória”.

 A sua falta de energia produtiva acompanhada de total insegurança para tomar decisões e assumir riscos, acaba por forjar um comportamento dissimulador constante, confundindo o interlocutor ao longo dos processos de trabalho.

São geralmente bem humorados, sua apresentação pessoal é impecável e sorri com facilidade, sempre desarmando as constantes cobranças de seus pares, parceiros, subalternos e superiores.

O problema é que nas suas mãos, projetos, acordos, e negócios, geralmente patinam, embora ofereçam a falsa imagem de movimento constante.

É isso meus caros, estamos cansados de saber que não há sucesso sem gente capaz e bons líderes, assim como o fracasso é certo quando a empresa é tocada por pessoas sem capacidade

Então, ao encontrá-los, não perca tempo, trazendo para dentro ou expurgando quando necessário.

Até o próximo.

 

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Economia brasileira: o bunker sitiado e sua síndrome - parte 2

Este artigo é patrocinado pela Plataforma Brasil, uma butique especializada em projetos de investimentos e estruturações estratégicas.

 

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial

 

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Meus caros, não é sempre que se acorda inspirado no dia em que se precisa entregar um artigo escrito. Simplesmente é algo que não se controla, mas quase sempre, quando a inspiração falta, o esforço precisa compensar. Por outro lado, quando ela bate na porta, me sinto agraciado por dois elementos: conexão imediata com o texto e economia de tempo com boa qualidade final (ao menos pela minha ótica, veja bem).

Contudo, em tempos de bunker sitiado, quando a imaginação falha o noticiário ajuda. E hoje não foi diferente. Acesso os jornais e vejo as notícias direto do bunker, onde se aborda os últimos acontecimentos da reunião ministerial pós reforma.

Acreditem, não deve ser fácil a vida no bunker, e desta vez sobrou até para o Paraguai, que está ali quietinho, observando os acontecimentos políticos no gigante adormecido.

Li em uma matéria da Folha de São Paulo de que a nossa Líder referiu-se a movimentação que ocorre no parlamento pelo seu impedimento, como um possível “golpe democrático a paraguaia”, fazendo inicialmente óbvia referência ao ocorrido com o presidente impedido Fernando Lugo. Não satisfeita em desqualificar os dispositivos previstos na própria constituição, com rito, processo e encadeamentos claramente regulamentados, completou a “pedalada” afirmando que “o Brasil não é o Paraguai” e que “temos instituições fortes”, atribuindo um desnecessário julgamento implícito sobre a solidez das instituições do Paraguai.

Isso tudo, depois de uma semana desastrosa na qual o governo empreendeu uma forte ofensiva dirigida ao relator do TCU, colhendo como resultado a unanimidade do tribunal tanto no apoio ao relator, como na reprovação das contas governamentais apreciadas, que agora passam sob a análise do congresso  (que por sua vez, aproveitou para deixar claro sobre o poder que detém sobre a sua própria agenda, ao não votar os vetos presidenciais relacionados a pauta bomba ainda restante.)

Porém, as contribuições no bunker surgem de todos os lados. Com a reforma ministerial fresquinha, e a equipe econômica insistindo  no argumento de que a nova CMPF duraria por curto período e de que até por esse motivo não seria assim tão danosa ao contribuinte - que convenhamos vive para pagar impostos-, eis que o novo ministro da saúde surge e como uma de suas primeira declarações na nova pasta, afirma defender que a CPMF seja definitiva. Isso mesmo leitor, para sempre, eterna.

É isso, seguimos acompanhado, mas fica aqui um questionamento para pensar. O que seria do governo se tivesse que enfrentar uma oposição organizada?

Em resumo, sobrou para o Itamaraty.

Até o próximo

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Afastando investidores

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Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial

 

Caro leitor, desta vez darei um descanso ao mundo político macroeconômico, e também ao corporativo. Volto a minha atenção ao tomador de clássico tomador de risco, a saber, o empreendedor – este incompreendido.

Então, caso seja você este ser desprovido de compreensão por conta de mais de trinta anos da predominância do pensamento de centro - esquerda/ esquerda - esquerda que impera no nosso Brasil varonil (veja, a ideia não era essa, mas não consigo evitar as conexões políticas, quando me dei conta escrevi) e que se encontra desprovido de capital próprio para tocar a sua ideia e necessita do capital de terceiros, seja ele originado em um venture capital ou em um conjunto de investidores anjo, um Plano de Negócios será peça fundamental para o êxito da captação.

Neste contexto é redundante explorar sobre o quanto de efetividade e clareza devem estar expressos no documento que será elaborado, e é óbvio que ninguém deseja projetar o seu negócio a partir de um Plano de Negócio ineficaz e sem sentido, mas por mais elementar que isso possa parecer, algumas armadilhas no momento de sua concepção, podem resultar justamente no efeito contrário ao desejado.

Então, já que existem inúmeras publicações que abordam como concebê-los, mas quase nenhuma ou pouquíssimas deixam claro o que não se deve fazer na hora de montar o seu business plan, decidimos caminhar na contramão e exibir justamente o que deve ser evitado a todo custo.

Vamos lá:

1. Ocupe um imenso espaço do conteúdo com informações subjetivas, retóricas e de entendimento abstrato do negócio;

2. Não apresente uma tese clara de investimentos, explicitando objetivos e destinos claros, e nem se preocupe em detalhar o empenho deste capital pretendido;

3. Preocupe-se em conceber um material extenso, com muitas e muitas folhas de papel, sem nem mesmo reservar um breve espaço a um resumo conciso e executivo do negócio. Sim analistas dispõe de todo o tempo do mundo para avaliar uma incógnita;

4. Não esclareça com bom detalhamento as memórias de cálculo;

5. Não apresente um claro estudo de viabilidade econômico-financeiro;

6. Projete apenas por um único ano, no lugar de 5, 6 ou mais anos;

7. Não se preocupe em abordar sobre as possíveis estratégias de saída de um potencial investidor;

8. Não apresente as taxas internas de retorno;

9. Não posicione o negócio no contexto que envolva concorrentes, mercados e segmentações;

10. Conceba uma modelagem financeira engessada que não permita a formatação de novos e adversos cenários;

11. Dedique um bom espaço para a retórica politicamente correta nas empresas. Investidores adoram isso.

12 Carregue no otimismo com as informações que apresentar. Neste caso não se importe em expor fundamentações.

Boa sorte e até o próximo.

 

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11 fatos sobre o empreendedorismo

Este artigo é patrocinado pela Plataforma Brasil, uma butique especializada em projetos de investimentos e estruturações estratégicas.

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial

 

Caro leitor, já se foi o tempo em que abrir mão de uma carreira sólida (em areia movediça é claro) em uma grande empresa para abrir o próprio negócio causava espanto e estranheza. Quando eu mesmo comecei vivenciei um pouco deste estado.

Estava lá bem instalado em um banco de investimentos, quando decidi seguir a estrada solo do empreendedorismo. Me recordo ainda como se fosse hoje dos olhares espantados dos meus colegas de MBA ao escutar o relato da minha decisão. Valeu a pena.

Nesta época (e calma, não faz tanto tempo assim) a expressão “empreendedorismo” pouco era pronunciada, os cursos de gestão e negócios não abordavam o assunto e pouquíssima literatura dedicada existia a disposição.

Contudo em meio a tanta carência, existia também a falta de algo que nunca é demais faltar no mundo real, a saber: os clichês  e  conceitos, quase sempre desconectados da realidade, empacotados e anunciados com frases pré-fabricadas, pronunciadas por mestres que muitas vezes jamais empreenderam na vida (ou se empreenderam invariavelmente colecionaram uma leva de quebradeiras travestidas e explicadas por afirmações do tipo “ah matamos a primeira hipótese e estamos seguindo a segunda”, como se o ambiente de negócios e o universo legal/fiscal vivenciado pelo empresário brasileiro – instalado em São Paulo, no Rio Grande do Sul ou em Manaus – fosse idêntico ao enfrentado na Califórnia, ou em outros polos e regiões no mundo,  que para turbinar a livre iniciativa coloca a disposição ambientes extremamente desburocratizados em uma dinâmica pouco punitiva ao fracasso e irrigada com um sistema de crédito amigável.

Sugiro a conversa com um empresário de verdade (que tenha enfrentado crises, consequências pessoais difíceis por conta do caminho que decidiu escolher e perseverado construindo e colocando cada tijolo para erguer algo sólido), independentemente do porte ou setor de atuação, para questionar se este mundo colorido, leve e engraçadinho existe. Ele vai rir de você.

Então, para encurtar esse assunto e provocar um mergulho na realidade, compartilho abaixo alguns fatos bem reais sobre o mundo empreendedor, que vale a pena sim e pode trazer muita realização e bons lucros, desde que saibamos sonhar e ambicionar sem tirarmos os pés do chão.

Vamos lá:

1. Você não enfrentará menos pressão e uma carga de trabalho mais suave ao se tornar dono da sua própria empresa. Ao contrário, a pressão se multiplicará e sua carga de trabalho será exaustiva;

2. Você terá contato íntimo com a loucura burocrática do Brasil. Isso é chatíssimo e tomará um tempo preciso do seu processo criativo. Para compensar você terá de contar com os finais de semana ou feriados e eventualmente se acostumará a acordar muito mais cedo do que acordava e encerrar seu dia tarde da noite;

3. Nem sempre seus familiares apoiarão da forma que você necessita, a dedicação que terá de dirigir para o seu projeto/ negócio;

4. Você de fato vai ganhar liberdade e autonomia, que pode ser muito prazeroso para alguns, mas muitos sofrem com isso. Junto com esses benefícios vem a solidão. O empreendedorismo é sim uma atividade bastante solitária. Ao final do dia, você e seus sócios precisam tomar decisões difíceis, pagar as contas e arcar com as responsabilidades, enquanto seus funcionários vão descansar tranquilamente;

5. Você terá que ser duro muitas vezes, e encarar isso com naturalidade para não sucumbir. Nem sempre você vai conseguir manter a máscara do “líder legal” e parecerá muito mais com o “chefe chato”. Não há como escapar dessa dualidade.

6. Caso seja você um empreendedor precavido e com a cabeça no lugar, sua dinâmica de aquisição de bens materiais, conforto e supérfluos vai se reduzir drasticamente, mesmo que já esteja na fase onde ganha mais dinheiro do que ganhava como empregado. O motivo é simples: o seu contato com a realidade econômica e suas consequências em caso de stress e insucesso passa a ser tão real, que cada gasto é observado com cautela. E acredite, isso é muito bom.

7. Não se prenda a padrões e clichês estruturais ou de comportamento na construção do seu negócio. Você não precisa ser nem o “líder legal” nem “o chefe rabugento” nem o “oráculo visionário do futuro” ou mesmo ambicionar ter uma sala de convivência com jogos e almofadas colorias e bolas de basquete misturadas com raquetes e mesas  de pingue pongue. Tudo isso pode ser muito legal e realmente divertido, mas não pode se transformar em um propósito em si. No lugar disso seja você mesmo, desde que muito eficiente, e preocupe-se em contar com uma estrutura funcional e organizada de trabalho. Não perca tempo.

8. Muito do que se lê sobre empreendedorismo passa a impressão à um observador com pouca astúcia  de que “no mundo de hoje” empreender necessariamente relaciona-se com inovação ou inovação tecnológica. Isso é falso, e você não precisa lidar com tecnologia, com a web ou com a inovação necessariamente dita para se tornar um empreendedor bem sucedido. O mundo não pode prosseguir sem agronegócio, fertilizantes, açougues, hotéis, serviços para pets, serviços domésticos, segurança privada, supermercados, lojas de rua (quase nenhuma ou pouquíssimas operações de e-comerce são rentáveis), restaurantes, bares, casas noturnas, serviços de limpeza e lavanderias, estruturas de escritórios compartilhados, iniciativas culturais, produção de conteúdo, cinema, teatro, consultorias presenciais com empenho de cérebros humanos realmente preparados e privilegiados etc etc etc etc, e naturalmente tudo aquilo que é intrinsicamente ligado a tecnologia da informação e de processamento. Não se enquadre em modelos. Procure trabalhar com o que você gosta de fazer e diferencie-se seja pela exploração de um nicho de mercado, de uma forma nova ou significativamente melhor de atender e trabalhar, pelo atendimento de necessidades reais, ou simplesmente fazendo melhor aquilo que muitos já fazem a séculos. 

9. Dependendo do negócio que pretende montar, você não precisará necessariamente de um investidor, seja um “anjo” ou um venture. Necessitará sim de alguma reserva para eventualidades e coberturas. Trate o processo de atração de um investidor de risco com o máximo de maturidade e penas se for mesmo imprescindível.

10. Acostume-se com o fato de que por mais que adore atuar no setor onde decidiu empreender, muitas vezes (cotidianamente) terá de se dedicar a atividades chatas e desagradáveis. Isso faz parte e talvez seja o antídoto para que não se transforme em um compulsivo pelo trabalho e deseje sustentar uma vida pessoal e afetiva satisfatória e totalmente dissociada da sua empresa. Não abra mão desse equilíbrio.

11. Por último é importante que se entenda que empreender está mais para um estilo de vida que decidiu viver do que para um passeio no bosque. Exigirá paciência, resiliência, sangue frio e força. Não é para qualquer um e não é nada fácil, mas vale muito a pena.

Até o próximo.

 

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