Não Perca Dinheiro com o Seu Negócio. Ele Serve Para Enriquecer!

 

O valor de uma eficiente análise de viabilidade

 

Este artigo é patrocinado pela CC3 uma butique especializada em garantia de performance e gerenciamento de riscos.

 

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Sempre que converso com empresários iniciantes e de pequeno porte, escuto sobre seus planos e perspectivas de negócios.

 

Fala-se sobre economia, mercados, práticas de gestão, mas a principal pauta são os novos e futuros projetos.

 

A verdade é que não há veia empreendedora, que não fique entusiasmada com o futuro, aliado a própria confiança no alcance do êxito.

 

Sem dúvida trata-se de uma auto percepção importante, e necessária. Considerando a importância dessa cultura para o avanço econômico e a conquista de espaço nas fatias do progresso econômico.

 

E esta relevância se fortalece nas próprias estatísticas.

 

Segundo levantamentos do Sebrae, mais de 80% dos empregos formais são gerados por micro e pequenas empresas.

 

Não há combate ao desemprego, sem as micro e pequenas empresas. Elas são responsáveis por mais de 80% dos empregos formais.

 

 

 

Um cenário impactante, que confirma a necessidade de se formar , com o devido cuidado, cada vez mais e melhores empreendedores.

 

Dentre os cuidados:

 

1.Evitando o empreendedorismo de palco, onde a performance vale mais do que a realidade;

 

2.Sem cursos de empreendedorismo, nos quais a maioria dos seus instrutores que nunca abriram um CNPJ;

 

3.Sem ideologias de gestão, ou academicismos desnecessários

 

Na esteira desta formação, uma boa dose de cautela calculada, pode servir como forte aliado para evitar a mortalidade precoce de negócios ainda em fase de amadurecimento.

 

É nesse contexto, que hoje destacaremos o imenso valor agregado que um bom diagnóstico de viabilidade econômico-financeiro pode representar.

 

Antecipando tropeços, ajudando a corrigir rotas pré-concebidas, e salvando corajosos empreendedores de roubadas perfeitamente evitáveis.

 

Assim, destacaremos abaixo alguns passos e componentes necessários para este processo, que em algum momento exigirá um certo conhecimento de engenharia financeira.

 

Mas nada que um bom tutor, alguns livros, e em última hipótese, um bom curso vacinado de “lero leros” não possam oferecer.

 

O esforço vale a pena. Vamos lá:

 

1º Ato. Estabeleça um levantamento detalhado sobre os principais eixos geradores de receita e em seguida faça o mesmo segregando o custeio nas suas categorias;

 

2º Ato. Tente projetar as informações do item anterior no horizonte de cinco anos. Utilize uma boa e velha planilha eletrônica;

 

3º Ato. Separe os investimentos necessários para a viabilização do projeto, pois estes terão um lugar apropriado no modelo. O mesmo cuidado terá que ser adotado, caso exista a decisão de se financiar o projeto;

 

4º Ato. Com estas informações construa um fluxo de caixa projetado para os cinco anos, alocando corretamente cada conjunto de informações.

 

5º Ato. Crie meios de se atribuir choques ao processo, estressando as variáveis e com isso possibilitando uma análise de sensibilidades.

 

Desta forma, o desempenho do negócio poderá ser avaliado em diferentes cenários;

 

6º Ato. Adote um enfoque conservador. Deixe o entusiasmo de lado e tente pensar como se estivesse estudando um projeto alheio, para o qual foi convidado a aportar o seu caro e suado dinheiro;

 

7º Ato. Identifique os principais resultados na planilha, incluindo a implacável “TIR” (Taxa Interna de Retorno);

 

8º Ato. Com o modelo construído mantenha-o atualizado, de forma que a mesma análise possa ser efetivada ao longo do tempo, mas já contando com parte as sérias históricas do “realizado”.

 

9º Ato. Seja frio e saiba cortar na carne para ajustar os custos do projeto, ou mesmo para abortá-lo;

 

10º Ato. Adote a ótica de um investidor.

 

Contudo não se esqueça. As planilhas aceitam qualquer coisa. Para se proteger disto, conserve o seu senso crítico:

 

Você mantém o seu senso crítico ativo quando:

 

# empreendendo com senso crítico 1.

 

Você é confiante na própria capacidade, mas sabe que não é nada difícil errar e tropeçar;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 2.

 

É ciente de que opera em um ambiente hostil aos negócios e ao livre mercado (sim estamos nos referindo ao Brasil);

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 3.

 

Não se esquece nunca de que o cenário jurídico é de imensa insegurança, e eventualmente pode trazer impactos avassaladores;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 4.

 

Possui pleno conhecimento das complicações fiscais;

 

 

 

# empreendendo com senso crítico 5.

 

Está nítido na sua cabeça que o cenário político-econômico é volátil, e eventualmente, desestabilizador;

 

 

 

Por último, não se esqueça de que empreender pode ser fascinante e libertador, mas é também muito perigoso.

 

 

 

Boa sorte e até o próximo

 

Os Sócios Não Podem Ser Fonte de Problemas

Caros leitores, este texto é dedicado àqueles que se preocupam em construir relações societária saudáveis.

Estes, antes de tudo, sabem como poucos, que não cuidar disso é a certeza do fracasso.

 

Sim, sociedade é um casamento que pode sair muito caro. Mas também pode ser fonte de satisfação. Depende de você.

 

Em resumo, estar em uma sociedade implica na maioria das vezes em ter de navegar nas armadilhas e nos obstáculos naturais que o gênio humano carrega.

O fato é que, em geral, mesmo que a incidência desta realidade seja extremamente corriqueira, poucas vezes nos preparamos pragmaticamente para lidar com ela.

 

Equívocos recorrentes

Eventualmente, transformamos o cenário de convívio profissional em uma arena de conflitos, que muitas resulta em rompimentos desnecessários e contraproducentes.

Hoje vamos disponibilizar um roteiro que objetiva:

 

1) Amortecer o stress em relacionamentos complicados de trabalho, e

 

2) Destacar alguns paradigmas e equívocos recorrentes que podem desestimular boas parcerias de trabalho.

 

 

 

Amortecendo o stress:

1. Não se esqueça, pessoas extremamente competentes e inteligentes, geralmente não são de fácil convívio;

2. Procure manter o máximo de registros sobre as decisões e posicionamentos comuns diante das várias questões do dia-a-dia, com especial atenção para os temas estratégicos ou de grande impacto operacional;

 

Não dramatize desnecessariamente

 

3. Aprenda a tratar discussões acaloradas como algo normal, sem impactos para o lado pessoal. Passada a discussão atue com o máximo de naturalidade;

4. Não exija comportamentos e posturas perfeitas, sacadas dos manuais do bobajal corporativo. Fuja de decepções desnecessárias.

 

Filtro e sensibilidade para uma boa percepção

 

5. Saiba segregar aquilo que é inaceitável para você, daquilo que entende como normal, ou mesmo recomendável e ideal. Agindo assim, conseguirá abrir mão de “pontos” que estejam em conflito de forma muito mais natural.

 

Seres humanos são vaidosos na maioria dos casos. Aceite isso.

 

6. Reconheça os êxitos e o sucesso da outra parte;

7. Divida o êxito em comum;

8. Saiba reconhecer os próprios erros, e esteja disposto a se desculpar sempre que necessário;

9. Nunca, em hipótese alguma perca a calma, e nem eleve o tom de voz;

Tenha sempre a consciência de que certamente não será o único no seu quadro societário a empenhar esforços. Ou seja, compreenda que para o “outro lado” o difícil talvez seja você mesmo.

 

Algumas posturas e comportamentos, podem desestimular a mais sinérgica das sociedades:

Sabemos que uma boa sociedade não necessita apenas de uma boa gestão de stress nas relações, mas essencialmente de bom estímulo. E é obvio que isso passa por uma boa calibragem de posturas, comportamentos e interpretação dos fatos.

Neste campo há sempre muito o que se fazer, e no fundo, todos os “sócios” sabem bem como proceder para garantir uma parceria profissional estimulante. Mas antes disso é importante compreendermos algumas armadilhas, que podem acabar com o seu casamento profissional.

Vamos lá:

1. Deixar a vaidade dar o tom do relacionamento societário.

Por mais natural que seja, não condicioná-la a um patamar razoável pode ser muito destrutivo;

 

2. Não atuar com transparência e clareza do que diz respeito às suas atividades e/ou informações apuradas/ controladas diretamente ligadas ao seu escopo de atividades.

Uma sociedade se constrói pelo compartilhamento constante;

 

3. Uma atitude excessivamente controladora e asfixiante.

É a típica postura, que geralmente movida por insegurança, resulta no estrangulamento das melhores relações profissionais;

 

4. Alimentar a concepção de que a sua maneira de ser e de agir são as mais corretas e de que nada que seja alheio ou diferente disso possa funcionar.

Você pode perfeitamente ter total confiança no seu próprio modelo de conduta, mas assumir que este seja o único viável pode ser um erro fatal;

 

5. Não trabalhar com escopos definidos de responsabilidade e apostar na crença de que o caos constrói.

O problema aqui é que o caos, geralmente, só produz o próprio caos;

 

6. Não praticar o diálogo constante para tratar as diferenças.

Pode até tomar um certo tempo, e pode também consumir muito da sua escassa paciência, mas tenha a certeza de que problemas escondidos para baixo do tapete, acabam por consumir muito, mas muito mais do que isso;

 

7. Discussões pesadas e desautorização pública diante dos outros colaboradores.

Poucas atitudes poderiam ser mais destrutivas. Tratem as diferenças em conversas reservadas, e dotados de frieza e muita paciência;

 

Por último, destaco que uma composição societária saudável e produtiva realmente demanda dedicação, paciência, estratégia e maturidade, mas o esforço vale a pena.

Caso não esteja convencido, experimente viver uma sociedade problemática. Ai sim verá o que é tempo consumido, dinheiro jogado fora, e energia dispendida para solucionar complicações.

Boa sorte

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Não Assuste os Investidores!

 

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Caro leitor, sabemos como é difícil construir a credibilidade, e de como é fácil obter o descrédito.

 

Mas nem sempre é algo tão singelo.

 

É fácil perder a confiança alheia

 

 

 

Assim como acidentes de avião acontecem a partir de uma sucessão de erros, o afastamento de potenciais investidores ocorre a partir de um processo.

 

Pode ser um processo complexo, mas nele destacamos dois marcos essenciais:

 

O Plano de Negócios e o seu Comportamento.

 

 

 

O Plano de Negócios

 

Imagine um documento que precisa convencer sem nenhuma retórica, ancorado apenas na lógica e na solidez dos argumentos.

 

Agora imagine a antítese disso. É assim que abordaremos o tema. No lugar de uma receita de bolo sobre como elaborá-lo, vamos mostrar tudo o que não deve ser feito.

 

Vamos lá:

 

1. Ocupe um imenso espaço do conteúdo com informações subjetivas, retóricas e de entendimento abstrato do negócio;

 

2. Não apresente uma tese clara de investimentos, explicitando objetivos e destinos claros, e nem se preocupe em detalhar o empenho deste capital pretendido;

 

3. Preocupe-se em conceber um material extenso, com muitas e muitas folhas de papel, sem nem mesmo reservar um breve espaço a um resumo conciso e executivo do negócio.

 

Sim analistas dispõe de todo o tempo do mundo para avaliar uma incógnita;

 

4. Não esclareça com bom detalhamento as memórias de cálculo;

 

5. Não apresente um claro estudo de viabilidade econômico-financeiro;

 

6. Projete apenas por um único ano, no lugar de 5, 6 ou mais anos;

 

7. Não se preocupe em abordar sobre as possíveis estratégias de saída de um potencial investidor;

 

8. Não apresente as taxas internas de retorno;

 

9. Não posicione o negócio no contexto que envolva concorrentes, mercados e segmentações;

 

10. Conceba uma modelagem financeira engessada que não permita a formatação de novos e adversos cenários;

 

11. Dedique um bom espaço para a retórica politicamente correta nas empresas.

 

Investidores adoram isso.

 

 

 

O seu Comportamento

 

Já presenciei inúmeras apresentações, onde empreendedores de startups de alto potencial e negócios bem estabelecidos, simplesmente não consideravam a possibilidade de fracasso nas suas operações.

 

Para eles nada iria sair errado, e pela primeira vez na história um planejamento seria concretizado sem nenhum atraso ou furo.

 

Confiança demais não rima com ganhar dinheiro

 

Nessas situações, quem realiza a apresentação faz malabarismos para irradiar um otimismo contagiante.

 

Excesso de otimismo afasta gente inteligente.

 

Mas a audiência na verdade está apavorada.

 

Ela é cética, fria e experiente, e composta por analistas treinados a encarar o “não” como algo tão importante e lucrativo como o “sim”.

 

O fato é que se trata de um momento muito importante para ser desperdiçado.

 

Então, reunimos aqui algumas dicas (desta vez, para serem seguidas):

 

 

 

Otimismo ou pessimismo não combinam com capacidade para lidar com as adversidades

 

Analistas de investimentos não querem tratar com otimistas ou pessimistas irremediáveis.

 

A experiência dessa gente ensina que onde existe uma mínima possibilidade de algo dar errado, é justamente o que vai acontecer.

 

Já empreendedores capazes, transmitem a ponderada ideia de que muito embora sejam cientes do enorme desafio e dos prováveis imprevistos, possuem as habilidades necessária para navegar em segurança.

 

Uma postura transmite cegueira, a outra lucidez. 

 

Não esconda os problemas e as suas próprias dúvidas

 

Nada confere maior credibilidade, do que a verdade nua e crua exposta sem maquiagens, aliada a uma postura conscientemente crítica, sobre o projeto que se pretende desenvolver.

 

Clareza, transparência, objetividade e profundidade

 

Fuja do “bobajal” corporativo. Analistas detestam essas inutilidades.

 

Coloque-se no lugar do seu interlocutor

 

Investidores sentem falta de diálogos e interlocuções, onde sejam compreendidos em suas responsabilidades como gestores de recursos de terceiros

 

 

 

Entenda. Eles precisam prestar contas por suas decisões e vão responder pelos fracassos.

 

 

 

Portanto, analisar um empreendimento que carrega transparência nas informações, sem dúvida alguma causará grande conforto.

 

 

 

Por fim, Lembre-se sempre. Apresentar uma possibilidade de investimentos não se trata de um exercício de convencimento, é antes de tudo um exercício de análise e julgamento.

 

 

 

Boa sorte e até o próximo.

 

 

A Hora de Abandona a CLT

 

Este artigo é patrocinado pela CC3 uma butique especializada em garantia de performance e gerenciamento de riscos.

 

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Este texto é destinado para aquelas pessoas que não suportam mais o ambiente corporativo.

 

Você revira os olhos ao ser chamado para mais uma reunião de avaliação de desempenho “360°?

 

Sente náuseas ao escutar que a “pró-atividade disruptiva” é o novo mote para os próximos cinco anos da empresa?

 

Algo sério pode estar acontecendo.

 

 

 

Talvez aqui não seja mais o meu lugar

 

 

 

Neste contexto, você já não suporta mais obedecer. Sim, assuma. Você quer mandar! Quer ser o dono da história. O condutor. (por favor, ao menos aqui, deixe de ser politicamente correto).

 

 

 

É importante perceber esse processo, mas isso não basta para resolver o problema.

 

Antes da transformação ocorrer, além de um projeto viável, você precisará do mínimo de recursos para tirá-lo do papel.

 

E além disso, contar com algum meio de sobrevivência até que a nova empresa comece a gerar resultados.

 

 

 

Haverá frustações, tenha certeza disso

 

 

 

Muitas vezes, o tempo de distância entre a concepção da ideia (ou decisão de ser seu próprio chefe) e sua realização, pode superar as suas mais pessimistas expectativas.

 

Desta forma, independentemente da batalha que vai enfrentar para reunir os meios necessários e amadurecer o projeto, alguma preparação pode ser colocada em prática imediatamente.

 

Então, para cair na ação, e fugir do lero lero, vamos dividir a abordagem em dois tópicos:

 

“Planejamento em 9 atos”, para garantir um avanço sólido rumo aos seus objetivos, e

 

“Empreendedorismo suicida” onde apresentamos o típico comportamento a ser evitado. Justamente aquele que pode fazer você invejar uma CLT assinada antes do primeiro ano pós emprego.

 

 

 

Em meio a isso tudo, por favor, evite fazer um curso de empreendedorismo onde o professor nunca conseguiu fazer um único carrinho de pipoca dar certo, ok?

 

 

 

Vamos lá:

 

 

 

Planejando em 9 atos

 

Ato 1.

 

Fique atento a todas as oportunidades, informações e contatos que de alguma forma podem contribuir com o seu projeto;

 

Ato 2.

 

 Faça uma lista organizada dessas informações e “insights”;

 

Ato 3.

 

Observe na própria empresa onde trabalha, se não existem oportunidades de negócios para ex-funcionários;

 

Fique de olho no seu networking

 

Ato 4.

 

Tenha atenção especial com a sua rede de relacionamentos, ali podem estar presentes algumas soluções, oportunidades e até ameaças.

 

Ato 5.

 

Se tiver alguém em vista para ser seu sócio ou parceiro estratégico, observe-o de longe.

 

Seja prudente enquanto permanecer na canoa corporativa

 

Ato 6.

 

No ambiente corporativo, evite comentar sobre os seus projetos. Isso pode atrair enorme resistência, ativar desafetos e até abreviar a sua permanência em uma fase na qual não pode prescindir do emprego.

 

Ato 7.

 

Faça tudo para ficar fora do jogo político corporativo. Ele toma tempo e geralmente não traz nenhuma contribuição.

 

Ato 8.

 

Seja disciplinado e organizado com os horários. Com isso poderá contar com mais tempo livre para se dedicar a sua ideia.

 

Economize, sempre.

 

Ato 9.

 

Aprenda a guardar dinheiro, e comece a montar um colchão de segurança. Se possível viva com menos do que você ganha.

 

 

 

Empreendedorismo suicida

 

No meio do caminho, caso esteja se sentindo excessivamente confiante, cuidado. É hora de sentar e respirar fundo

 

Ative o seu senso crítico no último volume.

 

A derrocada empreendedora pode ser trágica se alguns cuidados não forem tomados, e se alguns perigos não forem temidos e identificados.

 

Obviamente não se trata de algo para destemidos, mas antes para corajosos – justamente por aprenderem a lidar com o medo ao reconhecerem sobre o quanto são falíveis e frágeis.

 

Caso contrário, a sua história pode se transformar em mais um case para as estatísticas da mortalidade empresarial no Brasil.

 

Logo, entenda que o empreendedor suicida reúne DNA todo próprio, e fácil de encontrar por aí:

 

1.Caldo de convicções excessivas;

 

2.Apego doentio ao negócio ou projeto, e

 

3.Cegueira diante da realidade.

 

 

 

O resultado é o de seguir práticas absolutamente destrutivas

 

Vejamos como ficam, caso fossem recomendadas.

 

(aqui vale ler em voz alta)

 

 

 

1. Confiança patológica

 

“Não seja apenas confiante diante dos desafios e eventuais adversidades.No lugar dessa postura tão tímida, simplesmente acredite ser absolutamente invencível.”

 

2. Ele rejeita o “capital” e sua lógica de rentabilidade e retorno

 

“O quanto antes sepulte o conceito de que a empresa e os investimentos servem primordialmente para remunerar o risco dos investidores e empreendedores.”

 

3. Ama os modismos corporativos

 

“Mergulhe de cabeça nos modismos corporativos. Principalmente se os mesmos forem concebidos por “mentes brilhantes” repousadas em cabeças de especialistas que jamais empreenderam na vida.”

 

4. Trata em segundo plano as questões formais e documentais

 

“Em um ambiente de negócios pouco burocrático como o brasileiro, isso certamente será a chave para a sustentação empresarial.”

 

5. Abandona a modéstia

 

“Maximize a sua avaliação e o julgamento diante dos êxitos potencias do seu empreendimento e minimize os riscos.”

 

6. Renega a importância do dinheiro

 

“Opere com um planejamento financeiro capenga e gaste mais do que ganha.”

 

7. Dilapida o seu patrimônio pessoal

 

“Será excelente não poder contar com nada, caso o seu negócio não se prove viável.”

 

 

 

Por fim é bom não esquecermos que o empreendedorismo não é tarefa para qualquer um. Traz desafios e perigos, mas vale a pena, desde que seja assumido como um estilo de vida.

 

Até o próximo.

 

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação

 

Não Conte com Poderes Especiais!

 

Seja apenas um bom empresário

 

Este artigo é patrocinado pela CC3 uma butique especializada em garantia de performance e gerenciamento de riscos.

 

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial

 

Meus caros, sabemos que o empreendedorismo é uma atividade de fé.

 

De crença em uma ideia fundamentada, de um estado de espírito.

 

É também conhecida a elevada dosagem de auto confiança e coragem necessárias para se tocar um negócio, com todos os riscos e perigos envolvidos.

 

Empreendedorismo é suto-confiança e coragem (Mas não exagere, por favor)

 

Requer muita análise, desprendimento, e mão na massa.

 

Mas não é só isso. Exige a cabeça firme, acoplada ao pescoço, e os pés devidamente plantados no chão.

 

Em resumo, exigirá sempre um ingrediente fundamental (e raro): bom senso.

 

É ele que vai transmitir confiança e tranquilidade a sócios, parceiros, banqueiros, colaboradores e investidores.

 

Sem ele, você poderá até escutar gracejos admirados diante da sua coragem em enfrentar perigos, mas também observará que não moverão uma única palha na direção dos seus propósitos.

 

Ser detentor de crédito, é algo maior do que capacidade de pagamento.

 

Seja confiável!

 

Passa pelo conceito de “ser confiável”, pelo respeito profissional construído por meio da sua capacidade de analisar e assumir riscos possíveis, calculada e cuidadosamente.

 

Entenda de uma vez por todas, você não é um super-herói.

 

Um empreendedor que acredita ser um super-herói acaba por se tornar um radical, cuja cegueira diante dos abismos o empurra para a inadimplência, ao descumprimento de contratos, à derrocada financeira.

 

De toda forma, saiba que mesmo percebendo que raciocina como um radical, o mais importante é que na hora de agir, o bom sendo seja recuperado, e os pés não saiam do chão evitando decolagens desastrosas.

 

Sendo assim, observe as dicas abaixo e fuja desta armadilha:

 

 

 

 

 

Não se engane!

 

Diante do inevitável, da realidade nua e crua, não se engane, enfrente os problemas com clareza e objetividade.

 

 

 

“Stop Loss” Coloque limites! 

 

Estabeleça claramente a reserva de recursos pessoais que serão aportadas no seu negócio, colocando os devidos limites para que em caso de insucesso, o seu patrimônio pessoal não vire pó.

 

 

 

Encare a realidade!

 

Não negue a realidade, por mais dura que ela seja. Só o fato de reconhecê-la adequadamente e de forma lúcida, já é o suficiente para evitar o pânico entre credores, parceiros e investidores.

 

 

 

Não se leve tão a sério!

 

Acredite em você e na sua ideia ou projeto, mas evite levar-se tão a sério. Faça a uma auto crítica recorrentemente.

 

 

 

Respeite, aprenda e cresça com os mais experientes!

 

Não descarte a experiência de empresários dotados de maior vivência, e que estão tentando alertá-lo. Antes de tampar os ouvidos, escute e analise.

 

Se for o caso jogue os conselhos no lixo, caso contrário, agradeça e mude de rota.

 

 

 

Diga não aos modismos e as invencionices de gestão!

 

Evite modismos de ocasião. Seja sólido e tenha personalidade. Você não precisa seguir modelos enlatados.

 

Fuja dos teóricos do capitalismo (Tipo: professores de empreendedorismo que nunca montaram uma carrocinha de pipoca bem sucedida).

 

 

 

Desculpem-me “politicamente corretos”, o propósito essencial de uma empresa é geral rentabilidade aos seus investidores (o resto vem depois)!

 

Nunca se esqueça de que uma empresa precisa gerar lucro e trazer o seu merecido prêmio financeiro.

 

Se esse não é o foco principal monte uma ONG, um movimento, um partido político, ou qualquer outra coisa que não seja uma empresa.

 

 

 

Preserve o seu ceticismo

 

Por mais que se sinta confiante, preserve o mínimo de ceticismo, sobre os outros e sobre você também.

 

 

 

Reconheça seus erros sem constrangimentos!

 

Não fique constrangido ao reconhecer erros e mudar de rota, por mais que tenha sustentado o contrário.

 

Seja honesto com você mesmo, seus propósitos, e com as pessoas que estão apostando no seu sonho.   

 

 

 

Se necessário caia fora!

 

Se for o caso, saiba a hora certa de cair fora e encerrar temporariamente o seu sonho.

 

Em seguida avalie os erros e recomece mais experiente.

 

Boa sorte.

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação

Copyright © 2018 - Revista Franquia