A importância de um fracasso

Fracasso leva ao sucesso

A importância de um fracasso

Este artigo é patrocinado pela Plataforma Brasil, uma butique especializada em projetos de investimentos e processos de M&A.
Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial

Antes de tudo vamos deixar uma coisa bem clara. Existem ‘fracassos’ e FRACASSOS. Os FRACASSOS são gravíssimos, podem ser fatais e desestruturan­tes. Mas os outros, os ‘fracassos’, são inevitáveis, incompreendidos e desvalorizados. O fato, leitor, é que vivemos sob o culto cego ao sucesso. Só se fala sobre ele, e ninguém parece ser capaz de admitir o contrário.

É impressionante, ninguém comete erros!

No contexto de alguns am­bientes corporativos, nem se fala... (calma, reconheço que existem muitas exceções). O fracasso virou palavrão e até mesmo as maiores bobagens podem ser mascaradas e comunicadas com ares de êxito e superação. Nada mais natural, afinal de contas, nesses lugares qualquer besteirinha leva ao des­prestígio, e ali, esse é o maior erro que se pode cometer.

Mas qual é o resultado para uma empresa que não consegue admitir que fracassos e erros são saudáveis e inevitáveis? A resposta é uma equipe insegura, infanti­lizada, e emocionalmente des­preparada para lidar com adver­sidades. Então para compensar, criam um ambiente pasteurizado, de onde os competentes tentam fugir, e os acomodados perma­necem performando (ou seria embromando), para parecer que estão realizando. Sim, porque realizar de fato, envolve riscos, erros, fracassos e capacidade para lidar com tombos.

Mas isso é impossível se a punição está à espreita para quem erra tentando de fato inovar e fazer algo de concreto.

Nesse contexto, consideran­do que você é um empreendedor de verdade e deseja criar um ambiente de trabalho fértil para colher inovação e realizações da sua equipe, a chave pode estar em como lidar com algumas questões e crenças frequentemente presen­tes no palavrório corporativo.

 

Francos e corajosos no Lugar  de medrosos e bajuladores

Fuja daqueles que respondem na entrevista que estão lá para “vestir a camisa da empresa”. Não se iluda com essas frases feitas, ninguém está em lugar nenhum para vestir a camisa dos outros. Pessoas competentes querem crescer profissionalmente, fazer coisas bacanas e bem feitas, ganhar dinheiro. Simples assim, e nada mais legítimo. Portando contrate quem tem coragem de dizer a verdade, de se arriscar, de não lhe agradar. Esses odeiam enrolar, são mais maduros, honestos, e sabem realizar.

 

Liderar com maturidade, bom senso e franqueza, sempre

Poucas coisas são mais chatas e desestimulantes do que um chefe douttrinador, louco para colocar em prática o último clichê sobre liderança pessoal, e ao mesmo tempo excessivamente atento para apontar (e punir) minúsculos erri­nhos da sua equipe. Mas também não ajuda nada, se anular e não dizer a verdade quando essa é fundamental e necessária. Pessoas competentes sabem lidar com ela e trabalham para corrigir as falhas, mas ao mesmo tempo, fogem na primeira oportunidade ao se depa­rar com lideranças sufocantes. O risco está naqueles que ficam, não se incomodam com isso e nem tentam cair fora. Esses já ligaram o piloto automático. Vão dizer so­mente o que o chefe vaidoso quer escutar e fazer apenas aquilo que é cômodo e não traz risco algum. Em resumo, vão enrolar.

 

A estabilidade também constrói

Um ambiente de trabalho em permanente (e doentia) mutação, onde a estratégia que é definida na sexta-feira, nunca consegue sobreviver ao final de semana, e onde os colaboradores vivem em permanente tensão, com medo de perder os seus empregos por qualquer coisa, não pode resultar em nada muito sólido. A crença de que a instabilidade pela instabilida­de ajuda a criar equipes mais fortes e determinadas, e que a pressão por metas irreais colaboram para resultados mais robustos, tem se revelado um grande tiro no pé. Na vida como ela é (grande Nelson Rodriguês), o medo da demissão neutraliza a coragem realizado­ra; metas impossíveis criam uma cultura mentirosa, e o resultado é uma equipe com grande rotati­vidade, subtraindo a empresa do acervo de experiência e aprendi­zado comum, tão caros para a sua sobrevivência.

Por fim, precisamos compre­ender que negar a importância dos inevitáveis erros e fracassos de qualquer história empresarial, traz o risco de não usufruirmos de seus efeitos pedagógicos. Quem não erra, jamais acerta.

 

 

 

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação
 
 

 

 
 

As grandes certezas do empreendedor: desafio e imprevisibilidade

Clique e Leia mais

As grandes certezas do empreendedor: desafio e imprevisibilidade

Este artigo é patrocinado pela Plataforma Brasil, uma butique especializada em projetos de investimentos e processos de M&A.

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial

 

 

Caros leitores, afirmo aqui que não conheço ou jamais escutei a respeito de algo na vida empresarial tão previsível ou rotineiro do que a própria inconstância. (por favor, ao discordar manifeste-se, adoraria estar errado). Especialistas, economistas, gurus e gurus de última hora adoram recomendar, anunciar e propalar comportamentos, atitudes e modelos planejados, no intuito de oferecer algum alento para aqueles que vivem a turbulência cotidiana de empreender ou conduzir negócios.

A intenção é ótima e legítima, mas confesso que às vezes acho um tanto cômico. Principalmente quando são acompanhadas de introduções do tipo: “A última onda agora é...” ou “Você quer ter sucesso? Então faça isso!”.

Tudo tão determinante, tão meticulosamente pensado, mas ao mesmo tempo frívolo e improvável. Obviamente que algumas regras e práticas são sim necessárias, vitais e universais. Me refiro à necessidade de transparência nas informações com números confiáveis, na simples e óbvia equação de gestão onde não se pode gastar mais do que se ganha e, naturalmente, na lógica vital para a operacionalidade e sustentação do negócio. Mas qual seria essa lógica? Impossível saber, cada empresa tem a sua.

Os gestores de um importante fundo de “private equity” brasileiro, gostam de se auto-definir como “Somos um grupo que trabalha com bom-senso e excel”. Legítimo, direto, crível, e mais do que isso: confiável.

De resto, tudo o que observei, escutei, e estudei, é um grande emaranhado de acasos e desencontros, desafiando modelos, previsões e prodigiosos cérebros.

George Soros por exemplo, recomenda que o melhor caminho para se entender os mercados  é fugir de modelos pré-concebidos, e simplesmente tentar compreender e navegar no caos. Essa sim, segundo ele, é a única certeza previsível. Viajando pelo universo da literatura, podemos acompanhar o escritor Paul Auster, que usa a imprevisibilidade da vida, como fonte inspiradora para quase todos os seus romances. Nos seus livros ela é a única certeza permanente.

Não é diferente nas empresas.

Evidentemente que um bom planejamento ajuda, mas estar preparado para as inconstâncias é fundamental. Ela sempre estará presente, colocando em xeque planos, metodologias, mitos, todas as modinhas de gestão, assim como compromissos, contratos e articulações de corredor.

Aquilo que é impensável em uma empresa, é regra em outra. Modelos abandonados e impraticáveis em uma determinada corporação, implementados e cotidianamente seguidos pela sua concorrente direta.

A conclusão é de que a perplexidade e o diverso sempre imperam. A única regra é que não existem regras nem previsões absolutas. Por mais que tentemos enquadrá-la em compartimentos administráveis, a realidade vai sempre se impor, escapar da caixinha e nos restará seguir abandonando e admitindo novas e antigas práticas e soluções.

Mas qual seria a graça se fosse diferente? A resposta é de que isso esvaziaria a percepção de desafio por parte do empreendedor, e sem desafio o seu espírito enfraquece.

Fico com o pessoal do “private equity” e o Soros. Bom senso, excel e boa convivência com o caos.

 

De resto, nada como um ano fiscal após o outro. Ainda bem.

 
A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação

 

 

 

 

Empreender: um estilo de vida

Plataforma Brasil

 

Empreender: um estilo de vida

Este artigo é patrocinado pela Plataforma Brasil, uma butique especializada em projetos de investimentos e processos de M&A.

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial

Colocar um projeto no ar, não é tarefa das mais fáceis. Para ficar no lugar comum das citações, diríamos que exige muito planejamento, visão de futuro e o célebre espírito empreendedor. Mas é muito mais do que isso, e os empresários de verdade conhecem bem essa realidade.

Montar um negócio e levá-lo ao êxito, demanda um conjunto de características dos seus idealizadores que beira o estoicismo. Em geral, o perseguido ponto de equilíbrio pode levar meses e até anos para ser atingido. Enquanto isso, o novo empresário precisa desenvolver uma blindagem emocional, composta de muita paciência, perseverança, determinação e coragem (e haja coragem!).

Os obstáculos são numerosos e desafiantes, com um ambiente legal e fiscal - para citar em especial o caso brasileiro, bastante hostil e confuso.

Analisando com frieza, é pura “sarna para se coçar”.

Pode ser verdade, mas inúmeras pessoas embarcam nessa jornada, e muitas vezes não por necessidade, mas por pura vocação e desejo de assumir as rédeas da própria geração de recursos, riqueza e auto-sustento.

Muitos não sobrevivem até o destino final, para ver a consolidação dos seus negócios e a realização dos seus sonhos. Mas as histórias de sucesso são realmente inspiradoras. Todas elas muito singulares e ao mesmo tempo parecidas, quando observamos os componentes presentes na atitude e nas motivações desses empreendedores. Trata-se de algo impossível de ser adquirido em uma escola de negócios ou curso especializado (que naturalmente trazem as suas inestimáveis contribuições objetivas), mas nasce nas entranhas das pessoas. É o desejo visceral, a urgência, a certeza inequívoca de que se vive uma única vez, e que os sonhos e projetos devem ser perseguidos. Algo mais próximo a uma razão para se viverdo que qualquer outra coisa. Isso sem considerar as questões ligadas a sobrevivência, a falta de outras saídas, ao tudo ou nada. A história dos imigrantes no Brasil confirma isso.

Essa é a primeira travessia, o impulso original, até que o negócio se encontre estabelecido e consolidado.

Naturalmente, nem só de paixão e fogo vive um empreendimento, e é preciso muita frieza e raciocínio crítico. E é justamente na dosagem desses ingredientes, que os problemas começam a nascer.

O realidade é que ao longo da história de uma empresa, existem muitas travessias além da original, e para todas elas um novo e desafiador elenco de obstáculos e dificuldades. O seu adequado enfretamento, faz o negócio crescer em maturidade e solidez. Renegá-las traz o enfraquecimento e infantiliza líderes e colaboradores.

É esse o motivo pelo qual muitas empresas que se tornaram sólidas e exemplos de inovação e força no passado, vão pouco a pouco definhando com o passar dos anos, deixando para traz uma antiga e distante história de glórias e realizações.

Que isso sirva de alerta para que os empreendedores não se esqueçam de como tudo começou, sejam eles herdeiros ou não, para revigorar os sentimentos e motivações que forjaram e pavimentaram a trajetória dos seus negócios.

Lembrando-se de que empreender é sobretudo um estado de espírito, e que deve ser alimentado e defendido, sempre, tal qual um estilo de vida.

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.

 

 

 

Edição especial ABF Frachising Expo 2013

 

LEIA AGORA ONLINE OU ACESSE NOSSA LOJA VIRTUAL E GARANTA O SEU EXEMPLAR IMPRESSO!

 

edição 67 leia onlineCompre Aqui!

Na edição especial ABF FRANCHISING EXPO 2013, a Revista Franquia & Global Opportunities conversou com

Décio Pecin, presidente do CNA, marca tradicional de ensino de idiomas, que faz este ano 40 anos, mantendo

seu DNA pedagógico como principal foco e praticando o que há de melhor no franchising. Saiba

mais sobre essa trajetória de sucesso na entrevista exclusiva da seção CAPA.

 

Na seção NOVOS MERCADOS, o secretário de desenvolvimento econômico do estado do Tocantins mostra porque os números do empreendedorismo

da região sobem a percentuais animadores e as vantagens de se investir nos centros

emergentes do Estado.

 

No CADERNO MICROFRANQUIAS, publicado em todas as nossas edições, cases de sucesso

e a receita de chegar ao primeiro milhão, mesmo através do microempreendedorismo. Veja também como

redes de sucesso tem solucionado a necessidade da busca pelos melhores pontos comerciais e muito mais.

 

Leia diariamente em nosso facebook, todas as novidades, lançamentos, cursos

e eventos do setor. Siga-nos também no twiter @franquiaINFORMA

 

________________________________

 

Copyright © 2018 - Revista Franquia