Riscos e Cuidados na hora de comprar uma Franquia

Franchising não é um sistema mágico de se ganhar dinheiro. É uma forma direcionada e comprovada de se ter um negócio, cujo papel do franqueador é dar o suporte necessário para que o franqueado tenha sucesso. A pessoa que vai comprar uma franquia tem que ter a consciência de que vai precisar se dedicar muito ao negócio

 

 

A maioria das pessoas interessadas em comprar uma franquia, enfrenta uma série de dilemas na hora de optar por uma determinada franquia específica. Hoje, existem aproximadamente 2.250 empresas franqueadoras, nos mais diferentes tipos de negócio/segmentos, o que gera um excesso de informações para quem sai a campo procurar um negócio próprio. A pergunta mais comum que as pessoas me fazem é: “Como saber qual deles é o melhor negócio para mim?”

Para esclarecer os futuros empreendedores, com relação aos riscos existentes em qualquer negócio, abaixo um breve resumo dos principais pontos a serem observados para se evitar os dissabores de se investir numa franquia errada. É comum o candidato achar que:

• Todas as franquias são iguais (falso)

• Comprar uma franquia é garantia de ficar rico rapidamente  (falso)

• Quando se abre uma franquia, vai haver uma fila de pessoas  querendo comprar os produtos e/ou serviços (falso)

• Esperar que o mundo venha até você  (falso)

• Quem tem uma franquia, não precisa ficar tomando conta do  negócio. Ele vai andar por si só, pois isso é uma franquia  (falso)

• O Franqueador vai fazer tudo por mim  (falso)

Como o assunto é muito vasto, elaborei um breve resumo dos principais pontos a serem observados antes de comprar uma franquia, visando ajudar as pessoas a optarem corretamente por uma franquia de sucesso.

1. Identificar-se com o tipo de negócio.

2. Investir até 70% do seu capital disponível.

3. Checar as franquias existentes no tipo de negócio que você se identifica (tempo de existência da franquia, nº. de franqueados existentes, locais disponíveis para abrir uma unidade, etc.).

4. Conversar com o Franqueador e saber qual a proposta da franquia e os diferenciais em relação às concorrentes.

5. Ler atentamente a Circular de Oferta de Franquia e submeter o Contrato de Franquia à apreciação de um advogado

6. Verificar como é o treinamento dos novos franqueados, os procedimentos / suporte de inauguração e o sistema de supervisão de unidades franqueadas.

7. Conversar com os franqueados e checar os resultados que cada um está obtendo e o nível de satisfação com o Franqueador.

8. Conversar com ex-franqueados e procurar saber o porque do negócio não ter dado certo.

9. Cobrar do franqueador uma análise de geo-marketing para constatar a viabilidade do ponto comercial e não deixar o custo total de locação (aluguel, condomínio, fundo de promoção e/ou outras despesas) ultrapassar 15% do seu faturamento bruto (no máximo).

10. Fazer um “test-drive” (ficar um período acompanhando o dia a dia de uma unidade franqueada ou própria), para sentir como é a operação.

 

Wagner lopes D´Almeida Consultor em franchising, atuando desde 1.999, na formatação e comercialização de franquias. ministra workshops para grupos de investidores interessados em comprar uma franquia e para as empresas franqueadoras. Diretor da Global Franchise net, empresa especializada na área de franchising nacional e internacional.

 

NOVO GOVERNO - O FRANCHISING É NATURALMENTE OTIMISTA

Passada as eleições, aos poucos grupos de família, amigos e redes sociais vão se reconfigurando para 'voltarem' a se comunicar de forma cordial.

Para o mercado, o que realmente se clamava era por uma injeção de otimismo, sentimento que costuma vir de ‘brinde’, naturalmente, com a alternância de poder. Mas, como vivemos nesse pleito um ambiente totalmente fora do comum, mesmo essa aposta ficou em suspense.

Passados 10 dias da ressaca desta eleição, já nas primeiras horas do primeiro dia útil dos resultados aferidos, o mercado financeiro já dava mostras do sabor de ‘mudança’. Números que apontavam para uma reação positiva em relação a eleição de um nome que assina com a alternância do poder. 

O franchising seguiu, neste ano, descolado do momento econômico do País como um todo. O setor se manteve com registro de crescimento, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF). O mercado de franquias faturou R$ 40,7 bilhões entre os meses de abril a junho de 2018. O montante representa um avanço de 8,4% frente ao registrado no mesmo período do ano passado. E, de acordo com o presidente da entidade, Altino Cristofoletti Junior, o bom desempenho se deve à retomada do ritmo de expansão por parte das franqueadoras, além das sazonalidades e vendas do período, que ajudaram a elevar o resultado. Ainda segundo esse levantamento, a taxa de abertura e fechamento de lojas é outro indicador positivo, o índice de aberturas de novas franquias foi de 3,1% do total, contra o fechamento de 1,3% das unidades, o que resultou num saldo positivo de 1,8% no primeiro semestre desse ano.

Com um breve hiato no ritmo de ‘espera’ que antecederam as eleições, o mercado de franquias acordou otimista com o resultado das urnas, mesmo que mantendo algumas restrições ou dúvidas sobre o governo que iniciará. Foi o que revelou a enquete feita pela revista, junto a uma amostra de franqueadores, especialistas do varejo e franqueados. Alguns depoimentos demonstram o DNA do franchsing, “passado o período de eleições, demos um passo em relação às expectativas que serão geradas. Elas giram em torno de volta de confiança e retomada do crescimento, com toda a resiliência que o franchising demonstra, é necessário que a economia em geral volte a crescer. Creio que exista uma demanda latente tanto de consumidores quanto de empreendedores que aguardam esta retomada”, Arlan Roque é especialista em franchising e gestor de expansão e novos negócios na CacauShow, líder de seu segmento com mais de 2.200 operações no Brasil.

O franchising, além de resiliente e resistente, segundo Daniel Bernard, estudioso e especialista em franquias, diretor da NetPlan Consultoria, “o sistema de franchising pode ajudar muito o novo governo no combate à pobreza, por meio das franquias sociais e das microfranquias; por meio de projetos de microcrédito produtivo orientado, como foi o Crediamigo, (www.bnb.gov.br/crediamigo); e, na terceirização de atividades atualmente realizadas pelo setor público, como por exemplo, os Correios e as Casas Lotéricas, e a Copel, da Cemig e do Sesi-PR”.

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VEJA OS RESULTADOS DA ENQUETE REALIZADA ENTRE OS DIAS 29 DE NOVEMBRO E 07 DE DEZEMBRO. PARTICIPARAM LEITORES DA REVISTA FRANQUIA & GLOBAL OPPORTUNITEIS NO AMBIENTE ONLINE. O PERFIL DO GRUPO QUE RESPONDEU ESPONTANEAMENTE AS PERGUNTAS FOI DE 58% MULHERES, 42% HOMENS. 31% JÁ TRABALHAM NO MERCADO DE FRANQUIAS. 25% NO SETOR DE VAREJO, 47% NO SETOR DE SERVIÇOS, 18% SÃO FORNECEDORES DO FRANCHISING. E, 62% SÃO INTERESSADOS EM ABRIR UM NEGÓCIO LIGADO AO SEGMENTO DE FRANQUIAS

·         82% se sentem mais otimistas com os resultados das urnas

·         89% segue uma agenda com um planejamento focado em metas positivas para os próximos 2 a 5 anos

·         68% tem alguma dúvida quanto a performance executiva do novo presidente, mas acredita que vai ‘aprender’ no exercício de seu mandato

·         22% tem alguma dúvida quanto a manutenção e o respeito às instituições

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O resultado que apuramos na enquete feita junto aos nossos leitores, segundo Denise Dip, Publisher da Revista Franquia & Global Opportunities e diretora da ADC Conteúdo e Editora, reflete muito além do que dogmas e ‘quereres partidários’, mas sim uma urgência pela retomada do trabalho. “Eu faço parte de um contingente de empreendedores que sobreviveu à vários períodos de desmandos, e acredita na nação. Em 2018 comemoramos 20 anos da primeira edição da Revista Franquia, fomos a primeira publicação brasileira a focar no mercado de franquias, e, nossa editora chegou aos 30 anos  apesar dos ‘governos’ com seus planos econômicos e tributos mal direcionados. Acreditamos no trabalho e nas pessoas. Avanti franchising, avanti Brasil”.

Influenciadores Digitais são Responsáveis por Impactar 49% dos Jovens

 

Dado foi levantado pelo QualiBest e vem logo após parentes e amigos que atingem 57% do público pesquisado

Os influenciadores estão em segundo lugar no poder de tomada de decisão na compra de um produto, perdendo apenas para amigos e parentes, que alcançaram 57%. Os dados da pesquisa são do Instituto QualiBest e mostram como os influenciadores podem ser importantes para potencializar ações de marketing e vendas, por exemplo. Para os especialistas da Setters, ferramenta de mapeamento de influenciadores, esse diagnóstico mostra o potencial que as mídias sociais têm nos dias atuais.

Pequenas e médias empresas geralmente ficam à margem desse ambiente por não conseguirem arcar com os custos de influencers com grandes números de seguidores e que estão consolidados no mercado. De acordo com a pesquisa da Nielsen “Global Trust in Advertising” feita em 2015, 83% dos consumidores confiam em recomendações feitas por pessoas que conhecem, acima de qualquer outra propaganda.

Segundo Carolina Zaine, especialista em inteligência digital e co-fundadora da Vert Inteligência Digital, de uns quatro a cinco anos para cá as empresas começaram a perceber que o influenciador digital pode ajudar as marcas no seu processo de divulgação e contextualização de mensagens. “Este começo, ainda é uma realidade distante para grande parte do mercado, já que na maioria das vezes apenas as marcas com grande relevância conseguem utilizar-se deste tipo de estratégia em suas ações”, afirma.

É importante ressaltar que os microinfluenciadores são mais nichados e podem estar mais próximos do público que se quer alcançar. Trabalhar com influenciadores é uma das maneiras mais assertivas de atingir o público. Os dados do Instituto QualiBest ainda mostra que as redes sociais preferidas são: Facebook com 92%, Youtube, 90%, Instagram 73% e Twitter com 31%.

As marcas precisam levar em conta esse movimento, principalmente as micro e pequenas empresas. “Os microinfluenciadores podem ser de grande valia quando o assunto é campanha para pequenas e médias empresas, não só porque o preço será mais acessível, mas também é possível contratar vários influencers para a mesma campanha e ter um público ainda mais variado para o produto”, enfatiza Carolina Zaine.

 

 

De aluna a empresária: A história de Sucesso de Glaucia Domenico, franqueadora Kumon!

“Você tem que ter prazer naquilo que faz, tem que entender o propósito e trabalhar feliz, senão não vale a pena. E isso se estende também à sua equipe. Motivação e treinamento quase diário é essencial para o resultado”. 

Gláucia Domenico começou sua história com o Kumon aos 11 anos, quando começou a estudar na unidade de sua mãe, no interior de São Paulo, na cidade de Poá. E, quando se formou pedagoga, já com o sonho de ser orientadora no Kumon, montou sua unidade, no ano de 2002, no estado de Roraima, aos 22 anos. “Há 16 anos atrás, me tornei orientadora e assumi a unidade de Boa vista (RR) que já operava com cerca de 70 alunos. Com investimento inicial de R$20 mil, pois o plano de negócios era um pouco diferente do que é hoje. E, em menos de um ano, já tinha quase 200 alunos”, recorda.

Lembra que a maior dificuldade que tinha na operação, nessa época, era a demora em receber o material didático. Eram três meses para cada malote. “O problema era planejar ‘onde o aluno iria estar nesse prazo’, e qual material iria precisar”, recorda. A logística, hoje, já melhorou, e, para sua região, o prazo médio é de um mês. Diferente da maioria da rede onde os prazos são de um a três dias. Mesmo assim, caminha a passos largos para seu objetivo maior, que é “desenvolver cada vez mais crianças de forma plena”. E isso tem se concretizado, tanto que quase 100% das novas matrículas acontecem diretamente via indicação dos próprios alunos ou de suas escolas, segundo a franqueada. “Nos orgulhamos em ser a maior unidade da América do Sul, e a 22a maior do mundo, dentre as mais de 25 mil unidades da rede mundial. Com aproximadamente mil alunos, nossa meta a curto prazo é atingir a marca de 1200 e de manter Boa Vista como uma das melhores franquias da rede em relação a qualidade. Nos últimos seis anos, nos mantivemos entre o primeiro e o terceiro lugar nesse ranking, e, mesmo quando alcançarmos os dois mil alunos até o ano de 2020 é nesse patamar que pretendo estar. Temos trabalhado para isso, focando, inclusive, a retenção de alunos, e acabamos também de concluir a ampliação de nossa unidade, que agora comporta receber até 2.500 alunos, o que nos colocaria como a maior unidade do mundo.

Com faturamento bruto em torno de R$220mil, Gláucia coloca a satisfação pessoal e profissional como seu maior bem, “amo muito o que eu faço! A oportunidade de desenvolver alunos de todas as idades, desde a criança que está iniciando sua vida, adolescentes, até um aluno que foi alfabetizado aos 92 anos. Cada um no seu ritmo, esse é meu dia a dia com o Kumon”, comemora.

A empresária ainda reforça a importância da troca de experiências e a união de todo o grupo envolvido na rede. Desde as colegas orientadoras, franqueadas de outras unidades, até a equipe de suporte regional da filial Belém, e os colaboradores da matriz Brasil e mundial, “somos um grupo muito unido, todos focados na missão de desenvolver pessoas, trabalhar no Kumon é incrível, sou muito grata”, finaliza. 

O ‘recado’ que a empreendedora dá àqueles que pretendem abrir seu próprio negócio, seja ele na área da educação, ou não, é amar o que se faz. “Você tem que ter prazer naquilo que faz, tem que entender o propósito e trabalhar feliz, senão não vale a pena. E isso se estende também à sua equipe. Motivação e treinamento quase diário é essencial para o resultado”. 

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#NegócioDeSucesso - Automóvel Clube do Brasil

O Automóvel Clube do Brasil amplia benefícios aos seus associados e, com sua rede de representantes e franquias, incrementa os negócios no segmento automotivo, abrindo oportunidades à novos investidores interessados em ter a chancela da marca e ser a unidade ACB em suas regiões

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O Automóvel Clube do Brasil foi o primeiro Clube de serviços automotivos a ser fundado no Brasil, em 1907. Muito antes de serviços de reboque e socorro mecânico virarem lugar comum entre as operadoras de cartão de crédito e seguradoras, só quem era sócio do Turing ou Automóvel Clube do Brasil tinha a garantia de segurança para não ficar no meio da estrada, em qualquer lugar do País. Quem tem mais de 40 anos sabe disso.

A entidade foi “reestruturada” em 2002, em São Paulo, e hoje, conta com mais de 200 representações regionais sendo homologadas para consolidar a rede de franquias Automóvel Clube do Brasil. São representantes regionais que oferecem serviços que vão muito além do ‘simples guincho’. Segundo Ariel Gusmão da Silva, presidente do Automóvel Clube do Brasil, “com a consolidação de novas parcerias, ampliamos os serviços que o clube oferecia”, e continua, “nosso foco é captar novos associados para o ACB e incrementar, cada vez mais, nossas parcerias regionais. Oferecer aos associados benefícios junto ao nosso departamento de Seguros, com a assistência veicular, rastreador e bloqueio do veículo em caso de roubo; seguros pessoais e do seu veículo, através das seguradoras parceiras; serviços de vistoria veicular, autoescolas e CFCs; e, postos de combustíveis. Outros benefícios para nossos associados, são os roteiros turísticos automotivos exclusivos, com destinos internacionais, museus do automóvel, eventos de antigomobilismo em todos os continentes, salões do automóvel e pacotes de turismo exclusivos de automobilismo e motociclismo em diversos países. O turismo nacional conta com roteiros especiais e exclusivos, que podem ser percorridos com automóvel próprio ou locado, hotéis e restaurantes diferenciados”.

Serviços como o da certificação de veículos antigos, de coleção, que é conferida através do departamento de antigomobilismo, que é uma instituição sem fins lucrativos (Instituto Automóvel Clube do Brasil – ACDB 1907)  e voltado a ações sociais. Ariel informa que são dez projetos em implantação, e dá ênfase para as ‘escolas de restauração de veículos antigos’, “a associação possui quase 40 veículos clássicos, raros, que serão utilizados”.

O Instituto também é responsável pelo atendimento psicológico à pessoas com traumas em acidentes de trânsito e por ministrar palestras direcionadas a segurança no trânsito. Esse é um serviço que, hoje, já tem o apoio dos órgãos de trânsito e de seguradoras que apoiam seus segurados com esse atendimento. 

MODELO DE NEGÓCIO

A garantia de qualidade e confiabilidade em serviços que a chancela com o selo de uma marca centenária como a do Automóvel Clube do Brasil é um dos principais diferenciais que os franqueados da rede ACB tem para se destacar em suas regiões. “Ser um franqueado ACB agrega valor aos serviços desses parceiros que poderão ampliar seu leque de atuação e se diferenciar em relação a concorrência local”, ressalta Ariel.

São três modelos de negócios, o mais simples, modelo de microfranquias home office; a franquia em ponto comercial de 25 m2, e, a unidade master, instalada em uma área média de 1500 m2. O franqueador informa que, “a rede homologada oferece serviços de despachante, emissão de carteira de habilitação internacional, todos os serviços ligados a turismo e eventos que nossos departamentos dão suporte. A unidade master, além disso, contempla no investimento, a instalação de um posto de gasolina temático, área para locadora de veículos novos e antigos para eventos e casamento, barbearia, loja de seguros e vistorias e espaço para eventos. Nessa primeira fase de homologação, chancelamos parceiros que já atuavam no segmento de negócio como despachantes, autoescolas, núcleos de vistoria veicular, entre outros, com o selo de qualidade e a marca ACB. Esses parceiros queriam ampliar seu leque de serviços e buscavam esse diferencial”.

Segundo ele, antes mesmo do lançamento oficial da marca como franquia, já existiam áreas e regiões com pré-reserva de interessados que aguardam a implantação da rede, que se iniciou nas comemorações dos 110 anos da marca.

Todo o treinamento necessário será oferecido pelo franqueador, o que garante a credibilidade nacional para um serviço local. E, o novo leque de serviços homologados para a rede, que será disponibilizado conforme a região, vai ampliar o faturamento de seus franqueados. “Nossas unidades vão ganhar com a filiação de novos associados, e com os novos serviços que poderão oferecer a seus clientes. Serão um polo agregador de negócios em suas regiões, criando um clube de descontos e vantagens comerciais com estabelecimentos conveniados. Nossos filiados vão ampliar seus benefícios e vantagens. Assim o ACB estará mais presente em regiões que hoje ainda não atuamos de forma ampla. É uma rede de ganha-ganha”, comemora Ariel.

O Instituto Automóvel Clube do Brasil também vai ampliar seu Programa de Atendimento Psicológico Aplicado ao Trânsito. Essa ação estará disponível para toda a rede, treinando psicólogos parceiros, cadastrados pelos franqueados, que estarão habilitados a oferecer, em suas regiões, o tratamento especial a pessoas com traumas de trânsito. A rede franqueada ACB poderá disseminar esse serviço social. 

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